quarta-feira, outubro 03, 2007

Hot Clube - Quarteto de Nuno Correia

Quarteto de Nuno Correia
04, 05 e 06 de Outubro
23:00

Gonçalo Marques trompete
Rui Caetano piano
Nuno Correia contrabaixo
Alexandre Alves bateria

terça-feira, outubro 02, 2007

3ª Gala de Prémios da Fundação Luso-Brasileira

A 3ª Gala de Prémios Fundação Luso-Brasileira é já hoje, 02 de Outubro, no Casino Estoril.

Durante um espectáculo musical com duplas inéditas de cantores brasileiros e portugueses, os Prémios da Fundação Luso-Brasileira 2007 vão ser atribuídos à Fundação Calouste Gulbenkian, ao Real Gabinete de Leitura, do Rio de Janeiro, à empresa Sonangol e à triatleta Vanessa Fernandes.
O valor dos bilhetes reverte a favor da ACREDITAR - Associação de Pais e Amigos de Crianças com Cancro.
Este evento será gravado pela RTP e emitido muito em breve.

Os duetos inéditos são:

  • Jorge Palma + Fernanda Abreu

  • Sérgio Godinho + Francis Hime

  • Camané + Mônica Salmaso

  • Maria João & Mário Laginha + Chico César

segunda-feira, outubro 01, 2007

DVD - 3 Pianos - Lançamento na FNAC Chiado

3 Pianos - Bernardo Sassetti, Mário Laginha e Pedro Burmester
Lançamento 01 de Outubro - FNAC Chiado - 13h00

Bernardo Sassetti, Mário Laginha e Pedro Burmester alinharam um repertório que varreu o jazz de lés a lés e não deixou de parte momentos mais eruditos. Intimismo, boa disposição e instantes vincadamente arrepiantes transportam para um mundo perfeito os amantes do piano.
3 Pianos é um espectáculo imperdível, que se torna agora acessível a todos em formato DVD. Registado ao vivo no grande auditório do CCB, em Lisboa, o concerto apresentado reúne performances a solo, em duo e em trio, que percorrem o repertório individual de três dos melhores pianistas nacionais da actualidade. A apresentação conta com a presença dos 3 pianistas

sexta-feira, setembro 28, 2007

SubWay01 - Festival de Microfilmes

Aqui fica o primeiro microfilme que enviei para o Festival de MicroFilmes que o Sapo e as Produções Fictícias estão a levar a cabo. Chama-se SubWay01, foi feito com o meu telemóvel numa hora do almoço, e montado numa tarde. Penso que é o primeiro filme em telemóvel que lá apareceu. Conto enviar mais, não só porque quero aprender mais sobre este meio, mas também porque o prémio é muito aliciante. Dêem uma olhada por lá. Por enquanto ainda não há muitos participantes, mas há esperança que apareçam alguns vídeos verdadeiramente bons. Suponho que o que importa é aproveitar a liberdade que hoje existe e a variedade de meios, e participar.

quinta-feira, setembro 27, 2007

Concerto - Ficções - Onda Jazz

É este Sábado o concerto de Ficções no Onda Jazz.

Com três discos editados, este grupo já conheceu diversas formações - por aqui passaram alguns dos mais conceituados músicos portugueses e também estrangeiros - e esteve presente em vários festivais. Os albuns são: Aqua (1992), Zambra (1995), e Ocidental Praia (2001).

Rui Luís Pereira (Dudas) : Guitarras e Alaúde (Oud)
Guto Lucena : Saxofones e Flauta
Ruben Alves : Piano
Yuri Daniel : Baixo Eléctrico e Contrabaixo
Carlos Miguel : Bateria

Ficções
Bar Onda Jazz
29 Sábado, 23h30
Entrada :7€

quarta-feira, setembro 26, 2007

Novo CD de Queen Latifah - Trav’lin’ Light

“Latifah knows what she’s doing, phrasing with warmth and a touch of jovial flirtation. At least there’s one rapper who can sing.
The New York Times

Trav’lin’ Light é o novo álbum da actriz e cantora Queen Latifah. Neste album editado pela Verve Records, explora ambientes pop, R&B, e jazz, com interpretações de canções tornadas célebres por nomes como Peggy Lee, Etta James, Sarah Vaughan, Nina Simone, Shirley Horn, Carmen McRae, Roberta Flack, Mary Wells, Phoebe Snow. Não foi pequeno o desafio, como os nomes atrás indicam.
O album inclui também o tema “I Know Where I’ve Been”, que Latifah interpreta como Motormouth Maybelle no filme Hairspray.
Comprar na Amazon.uk

Novo CD de Herbie Hanckock - River: The Joni Letters

River: The Joni Letters
"O lendário e inovador pianista Herbie Hancock explora o mundo de outra pioneira musical, Joni Mitchel.
Este é a primeira gravação de Hancock pela Verve, desde "Gershwins' World", que lhe valeu o Grammy em 1998.
Inspirado em partes iguas pelas letras poéticas e melodias únicas de Mitchel, os músicos conseguem um equilibrio perfeito entre a estética da improvisação Jazz, e a emoção da musica pop da melhor qualidade
."

Esta é uma tradução livre da descrição do CD pela editora Verve. Eu apenas ouvi alguns excertos no site da Amazon, que certamente pedem audição cuidada do álbum completo.

Se o génio de Herbie Hancock não fosse razão suficiente para comprar o CD, vejam só algumas das participações especiais que podem encontrar neste CD: Wayne Shorter, Dave Holland, Norah Jones, Tina Turner, Luciana Souza, Leonard Cohen, e claro, a própria Joni Mitchell.

E, já agora, o alinhamento, para irem a correr comprar o disco (eu sei que vou):

1. Court And Spark
2. Edith And The Kingpin
3. Both Sides Now
4. River
5. Sweet Bird
6. The Tea Leaf Prophecy (Lay Down Your Arms)
7. Solitude
8. Amelia
9. Nefertiti
10. The Jungle Line

terça-feira, setembro 25, 2007

Atlantic Waves 2007

Já é conhecido o programa do festival Atlantic Waves 2007. Este festival realiza-se anualmente em Londres, no Reino Unído, desde 2001.

"The Grand Divas of Fado" e "Portuguese Guitar Masters" são dois dos principais programas desta edição, que levará até Londres artistas como Beatriz da Conceição, Aldina Duarte, António Chaínho, e Joana Amendoeira.

sexta-feira, setembro 21, 2007

Sons da Música - Novo programa na RTP2

Sons da Música
Sábados, 12h30 -
RTP2

No próximo Sábado, dia 22 de Setembro de 2007, é transmitido o primeiro episódio.
Em cada programa, será apresentado um instrumento musical diferente, ponderando as principais características que lhe estão associadas. O primeiro instrumento contemplado será o piano. Seguir-se-ão outros doze. Aqui fica a lista completa dos programas:

22 de Setembro - Piano, com António Rosado
29 de Setembro - Guitarra, com Júlio Guerreiro
06 de Outubro - Violino, com Alexei Tolpygo e os Pequenos Violinos da Metropolitana
13 de Outubro - Flauta, com Nuno Inácio
20 de Outubro - Viola, com Irmã Skendri
27 de Outubro - Trombone, com Reinaldo Guerreiro
03 de Novembro - Violoncelo, com Paulo Gaio Lima
10 de Novembro - Clarinete, com Nuno Silva
17 de Novembro - Marimba, com Pedro Carneiro
24 de Novembro - Trompete, com Sérgio Charrinho
01 de Dezembro - Cravo, com Marcos Magalhães
08 de Dezembro - Oboé, com Pedro Ribeiro
15 de Dezembro - Contrabaixo, com Pedro Wallenstein


Mais informações em www.myspace.com/sonsdamusica

quinta-feira, setembro 20, 2007

Clean Feed Festival II New York

O Cornelia Street Café, em Nova Iorque foi o local escolhido para receber a segunda edição do Clean Feed Festival.
Nas palavras de Pedro Costa, da Clean Feed, "para este segundo ano, e no seguimento do sucesso que foi a realização da primeira edição no clube Barbés em Brooklyn, resolvemos mudar o festival para a Big Apple e para o conceituado Clube/Restaurante Cornelia Street Cafe".
Aquele responsável adianta ainda que "Nova Iorque, uma das capitais mundiais do Jazz, Chicago, Oslo e Estocolmo poderão ser as outras - é aquela que reune mais músicos Clean Feed pelo que julgamos muito interessante reunir alguns desses músicos e realizar um evento que celebre o espírito da editora, associando músicos e público. Se é em Brooklyn que mora a maior comunidade de músicos de Nova Iorque, não deixa de ser verdade que é ainda para Manhattan que flui o maior número de público

Quinta, 20 Setembro 2007

Patrick Brennan’s Present Personic (20h30)
Patrick Brennan (saxofone alto)
Lisle Ellis (contrabaixo)
Bern Nix (guitarra)

Alípio C Neto Quartet (21h30)
Alípio C Neto (saxofone tenor)
Roy Campbell (trompete)
Ken Filiano (contrabaixo)
Michael TA Thompson (soundrythium percussionist)

Sexta, 21 Setembro 2007

Russ Lossing Metal Rat (21h00)
Russ Lossing (piano)
Mat Maneri (violino)
Sean Conly (contrabaixo)

Ravish Momin’s Trio Tarana (22h00)
Brandon Terzic (oud)
Sam Bardfeld (violino)
Ravish Momin (percussão)

Adam Lane’s Full Throttle Orchestra (23h00)
Nate Wooley, Taylor Ho Bynum (trompetes)
Avram Fefer, Michael Attias, David Bindman (palhetas)
Reut Regev, Tim Vaughn (trombones)
Adam Lane (contrabaixo)
Igal Foni (bateria)

Sábado, 22 Setembro 2007

Gerry Hemingway Quartet (21h00)
Ron Horton (trompete)
Ellery Eskelin (saxofone tenor)
Mark Helias (contrabaixo)
Gerry Hemingway (bateria)

Free Range Rat (22h00)
John Carlson (trompetes)
Eric Hipp (saxofone tenor)
Shawn McGloin (contrabaixo)
Gorge Schuller (bateria)

Michaël Attias Quintet: Twines of Colesion (23h00)
Michaël Attias (saxofones tenor e alto)
Tony Malaby (saxofones tenor e soprano)
Russ Lossing (piano)
John Hebert (contrabaixo)
Nasheet Waits (bateria)

Domingo, 23 Setembro 2007

Ethan Winogrand Quartet (20h30)
Steven Bernstein (trompete)
Ross Bonadonna (guitarra)
Thomson Kneeland (contrabaixo)
Ethan Winogrand (bateria)

Rob Brown Trio (21h30)
Rob Brown (saxofone alto)
Daniel Levin (violoncelo)
Satoshi Takeishi (percussão)

Mais informações aqui: http://www.cleanfeed-records.com/cffest.asp.
Via http://improvisosaosul.weblog.com.pt/

quarta-feira, setembro 19, 2007

Burgher King Lear no Porto

Burgher King Lear

Teatro Carlos Alberto
Porto
20-23 Setembro 2007
Quinta-feira a Sábado 21h30
Domingo 16h00




Anton Skrzypiciel e Miguel Borges interpretam Burgher King Lear, uma criação de João Garcia Miguel. Anton Skrzypiciel é o rei louco. Será louco? Miguel Borges assume todas as outras personagens da peça. Dois actores que valem por vinte, em duas horas que passam num instante, tal a qualidade do texto adaptado por Garcia Miguel, e das interpretações. A não perder. Aqui fica um excerto de uma entrevista concedida pelos criadores a Cláudia Galhós, em Janeiro de 2007.


“Porquê ter uma espécie de medo de chegar ao texto e atacá-lo de frente?”*

Processo

Anton Skrzypiciel Louco e intenso. Olhas para este texto e pensas: “É tão belo, tão extraordinário, mas tão imenso”… Isso faz com que as emoções em que és apanhado a representar ou a integrar sejam indescritíveis. Houve um momento muito importante, quando chegámos ao ponto de decidir que não podíamos dividir a personagem do rei Lear por duas pessoas e que isso tinha de ficar estabelecido. Ao capturá-la apenas em duas pessoas, tens a consciência de que estás a pedir ao público que identifique muito claramente o que são ou quem são aquelas personagens. E o que dizem sobre o mundo.

Miguel Borges Foi muito marcado pelo facto de serem dois actores a fazer uma peça com mais de vinte personagens. Acho que foi aí que tudo começou. Surgiu o primeiro problema, os problemas são óptimos. A partir daí tudo se começou a maquinar e desenvolver. Se tens dois actores, como é que contas uma história com tantas pessoas? Tens de pôr os actores a fazer as outras personagens. Isso cria a confusão geral, porque o público não vai perceber nada. Essa dificuldade, em si, determina muita coisa. Depois temos de ir resolvendo esses problemas de compreensão. As nossas discussões foram muito baseadas nisso.

Anton Skrzypiciel Cortámos muito texto, mas também inserimos muitas coisas. Houve momentos que saíram porque quebravam o ritmo e houve escolhas muito práticas, que sentíamos que não faziam sentido quando ensaiávamos. Surgiu ainda a ideia de dividir a personagem ainda mais. E o Jonas [João Garcia Miguel] dizia “é intolerável, é intolerável”, porque algumas coisas não faziam sentido. Este sentido do mundo disjuntado, que também acontece por causa das acções do Lear, é apanhado pelo público, porque nós fragmentámos a peça. Portanto, ele está num terreno muito instável. E o Jonas gosta muito desta sensação, ele gosta que o público não apanhe tudo. Mas o interessante é que ele também pensa que o público tem de compreender algo, pelo menos de vez em quando…

Palhaços
Anton Skrzypiciel O Jonas e a Ana Luena, a figurinista, que também é encenadora, chegaram um dia e disseram que nos íamos vestir de palhaços. E isso aconteceu num momento avançado dos ensaios, mas fez muito sentido…


João Garcia Miguel Já tinha esta ideia dos palhaços há muito tempo. Era muito clara para mim, mas era complicado dizer ao Anton e ao Miguel que iam fazer de palhaços, era esquisito. Havia uma imagem que se misturava com a ideia dos palhaços, que depois foi trabalhada. O Anton, a certa altura, falou do homem inglês, como se vestia para jogar golfe… Começámos a trabalhar a partir daí, mexer também um pouquinho com a ideia dos palhaços, ver como é que essa imagem que o Anton trouxe influenciava a ideia dos palhaços. Trabalhei isso com a Luena, mas eles, ao introduzirem essas ideias na sua lógica de representação, deram-lhe um sentido mais vasto, mais amplo. Quando propus um tom um pouco clownesco, eles reagiram com entusiasmo, que era fantástico. Disseram-me que isso lhes resolvia um problema que, na verdade, eu nem tinha sentido. Que era ainda e sempre o problema da representação. Essa máscara permite imensa liberdade, permite fazer coisas verdadeiramente ousadas, que não farias como actor a encarnar uma outra personagem. É estranho.

Liberdade
João Garcia Miguel Uma das coisas que eu, o Anton e o Miguel andamos a fazer na vida é procurar uma certa dimensão de liberdade. Queremos ser livres com o que fazemos e usar isso para viver e para nos relacionarmos com os outros e com o mundo. Por isso achei que um dos sublayers mais ocultos e profundos desta peça devia ser essa dimensão da liberdade do Homem, que o Lear também procura aqui. Essa loucura também toca a ideia da liberdade, de te libertares de uma série de coisas, de fazeres um bocado o papel de maluco, de palhaço. Só que quando quebras essa regra, como o Lear, nesse processo de liberdade, às vezes escorregas para lugares que podem ter dimensões descontroladas e inesperadas…

É disto que se trata
João Garcia Miguel Quando o Anton e eu descobrimos que o Harold Bloom diz que o Shakespeare é “a invenção do humano”, tudo aquilo começou a fazer ainda mais sentido.

Anton Skrzypiciel O processo da peça é essa descoberta do ser humano em Lear, de quem ele realmente é. Começa de um modo muito simples, e à medida que a peça vai evoluindo ele vai revelando-se. Tudo lhe é retirado, tudo o que ele tem ou alguma vez foi. Fica o ser humano, esse ser destruído, no final.

João Garcia Miguel E isso remete para tudo. Para a dimensão plástica, para a cenografia, a música, os figurinos, a relação com o texto, a relação entre os actores. Em todas as minhas peças tenho procurado essa questão do humano, que tem esta fantasia da perfeição, que procura constantemente. A perfeição é uma fantasia, a fantasia do próprio humano, que é imperfeito, cheio de riscos, e de sangue e joelhos tortos e cabeças partidas e mau cheiro.

Anton Skrzypiciel O Lear quer deixar de ser rei para ser um homem. E o que ele descobre enquanto ser humano normal é realmente algo de muito inesperado e inimaginável. Às tantas, ele percebe que nunca soube nada sobre como as pessoas realmente são. Ele nunca imaginou que seria tão vulnerável ao mundo. É disto que se trata.Vai-lhe às trombas.

João Garcia Miguel Nas últimas peças que fiz, desde 2002 para cá, as personagens falam todas que se desunham, aquilo tem imenso texto, mas não sei porquê. Pode mudar a qualquer momento e disparar para outra lógica qualquer. Trabalhar com os textos é uma necessidade que sinto neste momento. Talvez tenha a ver com a minha ignorância, a necessidade de conhecer outras coisas. E também acho que os mortos andam a querer falar connosco, e nós andamos um bocadinho surdos em relação a isso. É muito importante perceber o que outras pessoas pensaram, o que outras pessoas viveram. Os gajos viveram coisas muito malucas, tão malucas quanto as nossas. Nós estamos, da maneira mais humilde possível, a tentar fazer bom teatro. E o bom teatro faz-se com bons textos. Mas não podemos ter medo do texto, nem tentar fazê-lo à parva como a maior parte do pessoal faz. Porquê ter uma espécie de medo de chegar ao texto e atacá-lo de frente? Ele está ali mesmo a pedir porrada. Se gostas dele, vai-lhe às trombas. O amor é feito desta intensidade, não tens de ter medo.

*Montagem e adaptação de excertos de uma entrevista inédita concedida por João Garcia Miguel, Anton Skrzypiciel e Miguel Borges a Cláudia Galhós (Jan. 2007).

tradução, adaptação e encenação João Garcia Miguel
cenografia e figurinos Ana Luena
música Rui Lima, Sérgio Martins
desenho de luz Mário Bessa
vídeo Jaime Gonçalves
caracterização Jorge Bragada

interpretação Anton Skrzypiciel, Miguel Borges

video - promo para o concerto da Maria João em Sintra (02)


Aqui fica mais um video que fiz, a promover o concerto que a Maria João dará em Sintra, no próximo dia 12 de Outubro.

12 Outubro 2007
Centro Cultural Olga Cadaval
Sintra
Maria João voz
Mário Delgado guitarra
Demian Cabaud contrabaixo
Eleonor Picas harpa
Alexandre Frazão bateria
http://www.mariajoao.org/

Dança - DançArte - Segredo de Especiarias - Palmela

"Segredo de Especiarias"
28 e 29 de Setembro - 22h00
Teatro S. João - Palmela

"Segredo de Especiarias" é o último espectáculo de um ciclo entitulado "Segredos", que começou em 2005, e cujos anteriores temas foram Café, Chocolate, Sal, Açúcar, e Chá. Uma das bailarinas da Companhia DançArte é a minha amiga, ex-colega de curso, e colega de blog, Rita Lucas Coelho. A não perder, pois então! :-)

terça-feira, setembro 18, 2007

Concerto - André Fernandes 4teto em Oeiras

21 de Setembro 2007
Ciclo Internacional de Jazz de Oeiras
Auditório Eunice Muñoz
Oeiras - 22h00
André Fernandes guitarras
Mário Laginha piano
Nelson Cascais contrabaixo
Alexandre Frazão bateria
“A sua música atinge uma elaboração e requinte extremos”. Retirada do jornal Público, esta apreciação do modo como André Fernandes trata os sons é apenas uma entre muitas definições que a crítica especializada utiliza para classificar a arte do guitarrista. Entre muitas outras virtudes, André Fernandes soube rodear-se de músicos de grande qualidade: Mário Laginha no piano, Nelson Cascais no contrabaixo e Alexandre Frazão na bateria. O resultado só podia ser muito bom, como se provará mais uma vez, agora em Oeiras, no âmbito do Ciclo Internacional de Jazz da Cidade. O quarteto tem um novo disco com saída prevista para breve.

segunda-feira, setembro 17, 2007

Video: The Zawinul Syndicate + Maria Joao - Caicó

2002

jazz.pt - Edição de Setembro / Outubro 2007 já nas bancas

Está nas bancas, em algumas pelo menos, a mais recente edição da revista jazz.pt. Desta vez o destaque vai para a entrevista feita ao pianista e compositor Bernardo Sassetti.

Aqui fica o alinhamento:
Notícias
Jazz Bridges
New York is now
A estante do Miguel
Ciberjazz
Perfil: José Menezes
Às escuras: Bruno Santos
Preview
Portugal Jazz
Report: Especial Festivais
Entrevista
.Bernardo Sassetti
.Borbetomagus
Forward
.Escola de Música da Nazaré
.Patrick Brennan
33 1/3 R.P.M.
Ponto de Escuta
30+

Cool Hipnoise nas Lux Jazz Sessions

Quarta, 19 de Setembro 2007, 23h00

Marga Munguambe (voz)
Milton Gulli (voz)
João Gomes (teclados)
Tiago Santos (guitarras)
Francisco Rebelo (baixo)
Marcos Alves (bateria)
Hugo Menezes (percussão)

Já lá vão mais de 12 anos desde o início da aventura musical dos Cool Hipnoise. Quando ainda eram um sexteto, contavam com Melo D como vocalista e gravavam os momentos mais brilhantes do acid jazz nacional, incluídos nos álbuns “Nascer do Soul”, de 1995, e “Missão Groove”, de 1997. O terceiro registo, o sublime “Música Exótica Para Filmes, Rádio e TV” viu a sua formação-base reduzida a trio (Tiago Santos, Francisco Rebelo e João Gomes, que por essa altura criariam também o projecto Spaceboys) e contou com participações de diversas vozes – surpreendentes colaborações com Simone de Oliveira, Fernanda Abreu ou os Last Poets, entre outros .

http://www.luxjazzsessions.com
http://www.myspace.com/coolhipnoise

domingo, setembro 16, 2007

video - promo para o concerto da Maria João em Sintra (01)

Video de promoção para o concerto que a Maria João dará em Sintra, no próximo dia 12 de Outubro de 2007.
Editado a partir de imagens de vários concertos que fui filmando.

Concerto de Verão RTP 50 Anos

Concerto comemorativo dos 50 anos da RTP
Orquestra Metropolitana de Lisboa com Pablo Heras, António Rosado e Elisabete Matos.
Domingo, 16 de Setembro, 21h30, Grande Auditório do Centro Cultural de Belém

Orquestra Metropolitana de Lisboa
Elisabete Matos voz
António Rosado piano
Pablo Heras maestro
Tocá Rufar (Direcção de Rui Júnior)
Apresentação de Gabriela Canavilhas e Carlos Malato

Programa
Luís de FREITAS BRANCO – "Fandango", da Suite Alentejana n.º 1
George GERSHWIN – Rhapsody in Blue
Intervalo
Georges BIZET – "I. Prelúdio / Aragonaise", excerto da Carmen, Suite n.º 1
Giuseppe VERDI – "Surta é la notte, Ernani involami..." (Ernani)
Giuseppe VERDI – "Pace, pace, mio Dio" (La Forza del Destino)
Giuseppe VERDI – Prelúdio da Traviata
Giacomo PUCCINI – Ária "Vissi d’arte, vissi d’amore" (Tosca)
Arrigo BOITO – Ária "L’altra notte in fondo al mare" (Mefistofele)
Gorges BIZET – "V. Les Toréadors", excerto da Carmen, Suite n.º 1
Franz LEHÁR – "Meine Lippen sie küssen so heiss..." (Giuditta)
(Várias intervenções da orquestra de percussões Tocá Rufar ao longo do espectáculo)

Este concerto será transmitido em directo na RTP 1 e na Antena 2

quinta-feira, setembro 13, 2007

Um toque de Jazz - Programação - 15 e 16 Setembro 2007

Sábado, 15/09/2007 – Jazz ao vivo (21)
O pianista Kenny Barron num recital em solo absoluto realizado em 01.07.06 no Festival de Jazz do Báltico (Bad Salzau, Alemanha).
Gravação Eurorádio

Domingo, 16/09/2007 – Jazz ao vivo (22)
O duo de Enrico Rava (trompete) e Stefano Bollani num concerto realizado em data e local desconhecidos.
Gravação Eurorádio

RDP - ANTENA 2
Um programa de Manuel Jorge Veloso
Sábados e Domingos, entre as 23h05 e as 24h00