22h00 - Cafetaria QuadranteENTRADA LIVRE
Miguel Martins "Kaleidoscópio"
Miguel Martins - guitarra
Carlos Barretto - contrabaixo
José Salgueiro - bateria
22h00 - Cafetaria QuadranteParque Eduardo VII
17 Agosto 2008
17h00 JK Quartet
19h00 Dedydread
Depois do sucesso de 2007, a segunda edição do Pleno Out Jazz vem dar um novo incentivo à área cultural dedicada à animação de rua em Lisboa. Para tal, a ideia é aproveitar os jardins da cidade para, em parceria com a Câmara Municipal de Lisboa, dinamizar estes espaços com eventos de Jazz nos meses de Maio a Setembro.
Estes eventos terão uma vertente tanto musical (concertos) como visual (com mostras de documentários) e zona de exposição com fotos de Jazz.
http://www.plenooutjazz.com/
14 de Agosto - Hotel Tivoli Almansor - Bar da Praia dos Caneiros - 22h00
Nos dias 9, 16 e 23 de Agosto, é tempo do jazz feito em Portugal. Mário Laginha, acompanhado pelo contrabaixista Bernardo Moreira e o baterista Alexandre Frazão, leva até aos jardins do Palácio de Cristal, a 9 de Agosto, o seu mais recente trabalho em trio, “Espaço”, resultado do encontro de dois mundos, o da arquitectura e o da música, unidos por sons inspirados em conceitos como “vazio urbano”, “plano”, “espaço” ou “escada”. O som do grupo de Mário Laginha é simultaneamente consistente e convincente, mostrando que qualquer pretexto é bom para fazer jazz de qualidade.
No dia 16, a experiência é outra. O grupo The Postcard Brass Band transporta-nos para o som de New Orleans, com temas ora festivos ora melancólicos, servidos pelo saxofone soprano de Mário Marques, o trombone de Ruben Santos e o sousafone de Sérgio Carolino.
22h00 - Cafetaria Quadrante
01 de Agosto - Parque Ribeirinho de Silves - 22h00
01 de Agosto - Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz - 22h00
IN Adega
CCB FORA DE SI - NOVO-CIRCO: "TABÚ"
31 de Julho - Pátio de S. Miguel, Fundação Eugénio de Almeida - Évora - 21h30
26 de Julho - Póvoa de Varzim - Auditório Municipal - 21h30Já vi esta peça há uns tempos. Mas descobrí este vídeo no (indispensável) YouTube, e resolví partilhar. Anton Skrzypiciel e Miguel Borges interpretam, sob a leitura de João Garcia Miguel, uma das peças maiores de William Shakespeare: O Rei Lear. A cargo de Anton Skrzypiciel fica o papel do rei (louco?), enquanto Miguel Borges interpreta todas as restantes personagens. São cerca de duas horas imparáveis, cheias de emoções fortes. O espectáculo esteve dia 20 de Julho no Festival de Teatro Clássico de Olite (Navarra), e estará no próximo dia 2 de Agosto no Festival Shakespeare em Mataró (Barcelona).
Não conheço planos para mais apresentações em Portugal, mas caso haja, é um espectáculo a não perder.
Aqui fica o calendário completo da edição deste ano do Jazz em Agosto, na Fundação Calouste Gulbenkian:
“Lágrimas – suite para 2 pianos e 3 andamentos” é o ponto alto do concerto de abertura da Colina de Camões, dia 20 de Julho às 18 horas
19 de Julho - Jazz no Parque de Serralves - 18h00
18 de Julho - Espaço Exterior da Casa da Música - 22h00
Começa já no próximo fim de semana, a Lisbon Jazz Summer School. Um projecto do qual ví os primeiros passos, no Curso de Gestão e Produção das Artes do Espectáculo que fiz em 2006. É muito bom ver o sonho da Alexandra Ávila tornar-se agora realidade. Tenho a certeza de que será um sucesso. Aqui ficam os detalhes do LJSS:
Mulgrew Miller é um dos músicos do panorama jazzístico actual com mais discos gravados, cerca de 400, ficando em segundo lugar apenas atrás do seu colega e amigo Kenny Barron. Desde muito cedo, este pianista americano procurou rodear-se apenas dos melhores músicos, tendo tocado com a maioria dos grandes nomes do jazz - Art Blakey's Jazz Messengers, Quinteto de Tony Williams, Duke Ellington Orchestra, Joe Lovano, Trio de Ron Carter... entre tantos outros. Mulgrew Miller traz ao CCB, pela primeira vez, o seu sexteto - Wingspan.
12 de Julho, Grande Auditório do Centro Cultural de Belém, 22h30
11 de Julho - Museu do Oriente - Lisboa
11 de Julho, no Auditório do Palácio de Congressos, às 11h00 e às 20h00, no Balcón de las Culturas
CCB, 11.12.13 JULHO 2008
06 de Julho - Fortaleza de Sagres - Festival AllGarve Jazz 2008 - 21h30
Imaginem que somos convidados a celebrar o fim da Humanidade enquanto conceito sociológico e politicamente complexo, carregando milhares de anos de História mal resolvida às suas costas. Imaginem ainda que, simultaneamente, celebramos a primeira geração de clones para os quais contribuímos com o nosso DNA e as nossas memórias ao participar neste Banquete. Clones que serão o futuro “homo-narrationalis”. Um novo Homem Emocional, com uma enorme database de informação histórica, política, cultural e sociológica, mas sem qualquer ligação, empatia ou envolvimento pessoal a qualquer facto do passado. Um Homem consciente da ficcionalidade das suas origens e memórias. Um Homem com a possibilidade de começar de novo, de agarrar uma segunda hipótese. Estaremos preparados para tomar esta decisão, o último salto da Humanidade num modelo desconhecido?Banquete é um projecto transdisciplinar onde performers, videastas, um designer de som, cientistas entrevistados e uma chefe de cozinha constroem, em conjunto, uma performance/ambiente. Este evento é simultaneamente um jantar, um espectáculo, um ambiente inesperado, um concerto estranho e um debate penetrante sobre clonagem, imortalidade e memória. Um pianuter (piano geneticamente modificado) dará início ao ambiente do banquete, oferecendo uma multiplicidade de atmosferas através de mudanças subtis e minimais, fazendo viajar o som de mesa em mesa, e de regresso ao seu piano.Domingo, 18 de Maio
Novos discos (6)
Um toque de Jazz
Sábados e Domingos às 23h00
Manuel Jorge Veloso
Antena 2 http://www.rtp.pt
CALEIDOSCÓPIO DE PALAVRAS
19 de Março - Cinema São Jorge - Lisboa - 21h30ZECA MEDEIROS em ... "Torna-Viagem"
Zeca Medeiros: voz
Paulo Borges: piano
Gil Alves: percussões, flauta e Glockenspiel
Manuel Rocha: violino
O Zeca é um pássaro. Ele canta, encanta, inventa e reinventa, sem nunca cansar quem o ouve – e que o vê. Porque ver o Zeca é tão importante como ouvi-lo. Há quem o compare a Tom Waits, mas em palco, ele faz sobretudo lembrar Jacques Brel – na entrega, no modo inteiro como interpreta as suas canções de amor e mágoa, esperança e desencanto e saudades de um futuro em que não desiste de acreditar, mesmo se o presente tantas vezes parece empenhado em desmenti-lo.
Reservas
OndaJazz
218 873 064
Restaurante aberto de 20h as 23h00
O último e aclamado trabalho de Mário Laginha, “Espaço”, em trio com o contrabaixista Bernardo Moreira e o baterista Alexandre Frazão, vai chegar a Sintra, a 30 de Novembro, e a um dos grandes e prestigiados palcos musicais da cidade do Porto e do Norte, a Sala Suggia da Casa da Música, a 8 de Dezembro.
Na derradeira sessão do mês, o jazz brotará da sinergia musical dos elementos do Nelson Cascais Quinteto. Lisboeta desde 1973, Nelson Cascais faz do contrabaixo o seu veículo de expressão sónica. O quinteto que lidera foi por si criado há cerca de oito anos, depois de se ter formado no Conservatório Nacional de Lisboa e no Hot Clube (foi colega de Carlos Barretto, Bernardo Moreira e Pedro Moreira), onde acabou o curso de jazz, em 1994, tendo sido convidado, no ano seguinte, ara ser professor, cargo que ainda hoje mantém. Foi exactamente a partir de meados dos anos 90 que foi alicerçando a sua carreira como sideman, o que lhe permitiu preencher a sua agenda com colaborações em estúdio e actuações ao vivo, em Portugal e no estrangeiro, com algumas das mais importantes figuras do jazz nacional, como Bernardo Sassetti, Laurent Filipe ou Maria João e Mário Laginha; e também com músicos internacionais, tais como Rick Margitza, Julian Argüelles, Dave O’Higgins, John Ellis ou Aaron Goldberg. É ainda membro fundador do Trio Ibérico, com o baterista Paulo Bandeira e o pianista espanhol Isaac Turienzo, formação com a qual tem actuado em diversos pontos de Espanha de forma regular. Nelson Cascais afirmou-se, assim, como um nome crucial da cena nacional, pelo que teve oportunidade de tocar nos maiores festivais de jazz do país, como o Jazz em Agosto da Gulbenkian, Serralves, Matosinhos e Loulé, integrando inclusivamente a Orquestra do Festival Guimarães Jazz, sob a batuta da afamada compositora americana Maria Schneider. “Ciclope”, o seu primeiro disco como líder, foi publicado em 2002 pela Tone Of A Pitch, o mesmo selo com que, passados três anos, grava e edita o seu mais recente registo de originais, “Nine Stories”, que nos apresenta hoje nas Lux Jazz Sessions.