sexta-feira, junho 26, 2009

Orquestra Jazz de Matosinhos toca autores portugueses

28 Junho - Teatro Municipal de S. Luís - Lisboa - 18h00

A OJM apostou desde o início na construção de um repertório próprio para big band alimentado por autores portugueses, contando já com um notável conjunto de obras escritas por compositores como Mário Laginha, Bernardo Sassetti, Pedro Moreira, Laurent Filipe, Paulo Perfeito, António Pinho Vargas, Zé Eduardo, Carlos Azevedo, Pedro Guedes, Claus Nymark, e Tomás Pimentel. O repertório foi enriquecido em 2008 com temas de dois novos autores, Andreia Pinto Correia e Carlos Guedes. No ano em que completa 10 anos de vida, a OJM estreia uma obra do pianista e compositor Telmo Marques, encomendada para este concerto da Festa do Jazz. O concerto conta como convidado com o guitarrista André Fernandes.

Mário Laginha em projecto que alia música e design

27 de Junho - Varandim da Biblioteca Florbela Espanca - Matosinhos - 21h30

Depois de “Espaço”, um projecto de Mário Laginha em que a música se deixou contaminar pela arquitectura para gerar um disco de jazz, o pianista vai agora um pouco mais longe no projecto “Cosmolodias”. Neste caso, a música de Mário Laginha é influenciada e influencia a geração de formas criadas por um designer, João Borges. Esta relação biunívoca vai gerar-se num concerto/performance ao vivo, no varandim da Biblioteca Florbela Espanca, em Matosinhos. Trata-se, portanto, da mistura de uma fórmula criativa habitualmente tida como “abstracta” e auto-suficiente, a música, com o mundo das imagens, das formas e das fórmulas associado ao design.

Maria João e Mário Laginha Quinteto apresenta “Chocolate”

26 de Junho - Cine Teatro Curvo Semedo - Montemor-o-Novo - 21h30

Maria João e Mário Laginha prosseguem, desta feita em versão Quinteto a apresentação nos palcos portugueses do seu mais recente trabalho, “Chocolate”. Este último disco inclui temas próprios e versões muito pessoais de alguns clássicos do cancioneiro jazzístico, como são os casos de “I’ve grown accustomed to his face” ou “When you wish upon a star”.

Mais próximo do jazz, “Chocolate” aparece depois de João e Laginha terem dedicado os últimos anos a projectos pessoais, com o disco “brasileiro” da cantora, intitulado “João”, e “Canções e fugas” ou “Espaço”, do pianista.

quinta-feira, maio 14, 2009

Concerto de Mário Laginha para piano e 0rquestra em estreia no Festival de Música do Algarve

15 de Maio, Centro de Congressos de Arade - Lagoa - 21h30
16 de Maio, Teatro das Figuras - Faro - 21h30
Orquestra Nacional do Porto dirigida por Christoph König, solista Mário Laginha, ao piano

O pianista e compositor Mário Laginha aceitou um desafio invulgar para um músico habitualmente conotado com o universo do jazz: escrever um concerto para piano e orquestra sinfónica. O resultado poderá ser apreciado, em estreia absoluta, nos próximos dias 15 e 16 de Maio, em Lagoa e em Faro, respectivamente, no âmbito do Festival Internacional de Música do Algarve. A execução da obra está a cargo da Orquestra Nacional do Porto, dirigida pelo maestro Christoph König, com o próprio Mário Laginha como solista.

O clássico concerto para piano está entre o reportório musical que Mário Laginha mais aprecia: “Mozart, Ravel, Beethoven, Brahms, Schumann, Prokofiev, Rachmaninoff, entre outros, escreveram concertos com uma inspiração e uma técnica orquestral que facilmente fazem alguém como eu sentir-se intimidado com a perspectiva de também tentar faze-lo”, reconhece o pianista. Mesmo assim, o músico resolveu “pôr de lado esse peso e encarar a tarefa com a mesma descontracção” com que compõe “para formações bem mais pequenas”.

Para Laginha, “a linguagem do jazz desenvolveu-se afastando-se do universo clássico. A forma como se tocam os instrumentos, o som que se tira deles, as próprias formações, tudo isso conferiu uma identidade muito própria ao jazz”. Por essa razão, reconhece, “pode parecer um contra-senso tentar reaproximar aquilo que naturalmente se separou”. Mas o músico não encara assim a questão: “O meu universo musical é forçosamente contaminado pelas características que me atraem em qualquer estilo de música. Aquilo que eu pretendo fazer é simplesmente tentar perceber o que posso utilizar, como devo utilizar e quando utilizar essas características”. O pianista admite que a tarefa a que meteu ombros “é difícil e nunca é garantido que se vá ser bem sucedido”, mas o risco não o fez desistir de experimentar. “Eu divirto-me a tentar”, conclui.

quinta-feira, maio 07, 2009

Orquestra Jazz de Matosinhos – repertório e direcção de Maria Schneider

14 Maio – Matosinhos em Jazz - Auditório da Exponor – 22h00

O concerto da Orquestra Jazz de Matosinhos (OJM) que preenche o segundo dia do festival Matosinhos em Jazz 2009, confirma uma das apostas fortes do agrupamento dirigido por Carlos Azevedo e Pedro Guedes, traduzida nos convites feitos a grandes maestros para dirigir a orquestra. Desta feita, coube à norte-americana Maria Schneider orientar o grupo de Matosinhos. Schneider é “apenas” uma das maiores maestrinas mundiais de big bands, com um currículo impressionante, recheado de prémios internacionais e de reconhecimento do público e dos seus pares. Neste concerto, a OJM toca um programa inteiramente preenchido por temas da autoria de Maria Schneider. Uma grande noite de jazz em perspectiva.

segunda-feira, maio 04, 2009

Cristina Branco - Tour “Kronos”

09 Maio – Fórum da Maia - 21h30

Bem conhecida em países como a Holanda e a França, Cristina Branco está, com “Kronos”, a desbravar um “mercado” que lhe é ainda relativamente desconhecido: o português. Possuidora de uma voz simultaneamente vigorosa e delicada, Cristina abraça o legado do fado (particularmente o de Amália Rodrigues) e ultrapassa-o, juntando-lhe influências bebidas em José Afonso e em cantautores como Sérgio Godinho, José Mário Branco ou Amélia Muge. O resultado é um modo muito próprio de interpretar canções, servidas por letras e poemas escolhidos criteriosamente.

quarta-feira, abril 29, 2009

Maria João e Mário Laginha – Tour Chocolate - Alemanha

02 Maio - Kaiserslautern – Alemanha

O último trabalho de Maria João e Mário Laginha, “Chocolate”, aqui em versão a dois: voz e piano. A dupla dá concertos com múltiplas formações, que vão desde a orquestra ou big band, passando pelo mais convencional quarteto ou quinteto, até à depuração da voz e piano. As soluções encontradas para as diferentes fórmulas garantem sempre resultados convincentes. “Chocolate” marca o reencontro dos dois músicos num projecto que se sucedeu a trabalhos em nome próprio de João e Laginha, e que dá particular ênfase a uma abordagem mais “jazzy”.

segunda-feira, abril 27, 2009

Jazz às 5ªs de Regresso à Cafetaria Quadrante - CCB

Aqui fica a programação para o mês de Maio de 2009:

7 MAIO \ AVRAM FEFER - CARLOS BARRETTO - HARRIS EISENSTADT
Avram Fefer
– saxofone tenor, clarinete baixo
Carlos Barretto – contrabaixo
Harris Eisenstadt – bateria
No primeiro encontro de Carlos Barretto com estes dois músicos americanos, o saxofonista e clarinetista Avram Fefer e o baterista Harris Eisenstadt, uma certeza se garante à partida: a de que tradição e futuro se combinarão num jazz que se pretende vivo e em plena sintonia com o presente. Todos os três são compositores com perspectivas muito próprias e improvisadores inventivos, e todos os três são instrumentistas completos. Barretto é muito mais do que um ritmista – as suas capacidades como construtor de edifícios musicais transcendem os vulgares papéis e funções do contrabaixo. Fefer é pródigo na expressão das complexidades da alma humana seja em que formato for (be bop, free jazz, trip-hop, jungle, drum 'n' bass, acid jazz, world jazz), e neste contexto não será diferente. Um estudioso das músicas de África, Eisenstadt é, por sua vez, o melhor exemplo de como o sentido de “drive” não exclui o uso do intelecto – neste particular, entende a percussão num pequeno combo como Duke Ellington “via” o piano na sua orquestra. Muito, pois, há a esperar desta estreia...

14 MAIO \ NOBUYASU FURUYA TRIO
Nobuyasu Furuya
– saxofone tenor, clarinete baixo e flauta
Hernani Faustino – contrabaixo
Gabriel Ferrandini – bateria
Japonês de nascimento, mas presentemente a viver em Lisboa depois de uma estada em Berlim, Nobuyasu Furuya veio agitar as águas da cena jazzística e improvisada portuguesa com o seu sopro ora extremamente possante (algures entre Archie Shepp e Peter Brotzmann), ora controlado com um rigor implacável (o mesmo das cerimónias de chá, das árvores bonsai e dos jardins de pedra tipicamente nipónicos), nos seus três instrumentos de eleição: o saxofone tenor, o clarinete baixo e a flauta. Começou por se dedicar à música barroca europeia, mas depressa foi conquistado pelo free jazz, que vem tocando nos mais variados contextos, de pequenas formações a “big bands”. Compôs igualmente para dança, teatro e cinema e passou pelas cenas noise e ska-core do “underground” de Tóquio. Interessou-se pela música clássica otomana, que estudou na Turquia. Por cá, teve muitos aplaudidos encontros com três dos mais internacionais praticantes da improvisação: Carlos “Zíngaro”, Ernesto Rodrigues e Rodrigo Amado, mas foi com o contrabaixista Hernâni Faustino e o baterista Gabriel Ferrandini que formou o trio que ora se apresenta. Com tais músicos na secção rítmica, conhecidos pelo impacto das suas prestações, o seu propósito é claro: mostrar que a “new thing” nascida na década de 1960 ainda não morreu.

21 MAIO \ ELLIOTT SHARP SOLO
Elliott Sharp
– Koll 8 string guitarbass
Multi-instrumentista (guitarras, saxofones, etc.) e compositor, Elliott Sharp é um dos protagonistas da cena experimental de Nova Iorque desde há cerca de 30 anos. Lançou mais de 200 discos num espectro musical que vai dos blues e do jazz ao rock “no wave” e ao techno, passando pela música para orquestra e pelo noise.
As suas composições foram interpretadas por RadioSinfonie Frankfurt, Ensemble Modern, Ensemble Rezonanz, Continuum, Flux Quartet, Kronos Quartet e Zeitkratzer, e os seus colaboradores incluíram já o cantor qawaali Nusrat Fateh Ali Khan, a lenda dos blues Hubert Sumlin, o dramaturgo Dael Orlandersmith, a violoncelista Frances-Marie Uitti, os escritores de ficção científica Jack Womak e Lucius Shepard, os gigantes do jazz Sonny Sharrock, Jack DeJohnette e Oliver Lake e o líder dos Master Musicians of Jajoukah, Bachir Attar. Lidera os projectos Carbon, Orchestra Carbon, Tectonics e Terraplane, e um dos mais recentes álbuns do músico, Sharp? Monk? Sharp! Monk!, que consiste na interpretação em guitarra acústica solo de peças de Thelonious Monk. Elliott Sharp virá interpretar temas de Monk e outras pérolas do seu mais recente disco na Clean Feed, Octal: Book One, na guitarra Koll de 8 cordas, construída de propósito para si pelo luthier Saul Koll.

28 MAIO \ NELSON CASCAIS QUINTETO “GURUKA”
André Fernandes
– guitarra
João Paulo – fender rhodes
Pedro Moreira – saxofones e flauta
Nelson Cascais – contrabaixo
Marcos Cavaleiro – bateria
Muito mais que contrabaixista, Nelson Cascais confirmou recentemente, com o lançamento de Guruka (o terceiro álbum como líder), que é também um compositor com uma visão própria e consistente da música que pratica. Músico incontornável da cena nacional, a ele recorrem também todos quantos precisam de um pilar sólido para os seus próprios conceitos, como André Fernandes, Carlos Martins, Abe Rabade, Perico Sambeat, Jesus Santandreu, Maria João, Mário Laginha, Benny Lackner, Pedro Moreira, Bernardo Sassetti, e tantos outros. Foi com alguns deles que Cascais formou o projecto Guruka, e só a leitura dos nomes em questão é uma garantia de qualidade: além de Fernandes e Moreira, estão envolvidos o grande pianista que é João Paulo Esteves da Silva (neste contexto concentrado num instrumento “vintage”, o Fender Rhodes) e Marcos Cavaleiro. A música a ouvir, desta vez ao vivo, pretende equilibrar escrita e improvisação de modo orgânico, conciliando num mesmo objecto a diversidade de influências estéticas de cada uma das personalidades associadas. Mal podemos esperar...

quinta-feira, abril 02, 2009

Maria João e Mário Laginha em Sintra

Concerto Beneficência “Juntos por Bem”
11 de Abril - Centro Cultural Olga Cadaval - Sintra - 22h00

Maria João e Mário Laginha apresentam o seu novo trabalho “Chocolate” no Centro Cultural Olga Cadaval, no dia 11 de Abril, num concerto cujas receitas revertem a favor da Santa Casa da Misericórdia de Sintra.
Lançado no final de 2008, o último trabalho de Maria João e Mário Laginha “Chocolate”, marca o regresso da dupla a um registo mais próximo do jazz, recriando standards como “I’ve grown accustomed to his face” ou “When you wish upon a star”, e temas originais escritos para o novo CD. Gravado originalmente com uma formação instrumental que inclui contrabaixo, bateria e saxofone, para além do piano de Laginha e da voz de Maria João, o concerto em Sintra põe à prova a capacidade do duo de construir um som convincente apenas com voz e piano. Quem os conhece sabe que o desafio será ganho…

“Matéria-Prima” de Carlos Bica no Gaia N’Jazz

04 de Abril - Vila Nova de Gaia

“Matéria-Prima” é um dos vários projectos em que o contrabaixista Carlos Bica está envolvido, contando com músicos como o pianista João Paulo Esteves da Silva, o guitarrista Mário Delgado, o baterista João Lobo e o trompetista João Moreira.
Um dos objectivos do projecto é pôr em prática um certo modo “português” de improvisar, uma fórmula que todos os participantes nesta “Matéria-Prima” dominam perfeitamente.

quarta-feira, março 25, 2009

Projecto “Ogre” em Lisboa

27 de Março - Onda Jazz - Lisboa - 23h00

Maria João, Júlio Resende, João Farinha, Joel Silva e André Nascimento são os elementos que integram o novo projecto “Ogre”. Música de “mistura”, o “Ogre” define-se como um “gigante devorador de várias linguagens musicais”, com destaque para o jazz, a electrónica ou a pop, erguido em torno de uma voz, a de Maria João, dos pianos e teclas de Júlio Resende/João Farinha, da bateria de Joel Silva e do músico electrónico Joel Nascimento. O resultado é indefinível, avesso a lugares comuns e pleno de criatividade, numa verdadeira mescla de real e virtual.

sexta-feira, março 20, 2009

Drumming e OJM reinventam música galaico-portuguesa

21 de Março - Concerto de apresentação do projecto “Atlantic Folk Songs” - Sala Suggia - Casa da Música - Porto

Sete compositores portugueses e galegos, das áreas do jazz e da música contemporânea, escreveram temas inéditos para um agrupamento composto por seis instrumentistas do Drumming Grupo de Percussão e por sete elementos da Orquestra Jazz de Matosinhos (OJM). O projecto, intitulado “Atlantic Folk Songs”, pretende reinventar e revisitar a música popular galaico-portuguesa, e tem o seu concerto de estreia no próximo dia 21 de Março, na sala Suggia da Casa da Música, no Porto.
Para as “Atlantic Folk Songs”, o Drumming Grupo de Percussão e a Orquestra Jazz de Matosinhos juntam-se numa formação pensada especificamente para a interpretação de oito composições, configurando um cruzamento dos metais da orquestra com as possibilidades da percussão, enriquecido com instrumentos tradicionais.
projecto musical tem origem nas investigações e recolhas de etnólogos galegos e portugueses, como Dorothe Schubarthe e Antón Santamarina ou Miguel Giacometti e Fernando Lopes-Graça. As composições que integram o novo projecto têm a assinatura de Zé Eduardo, João Paulo Esteves da Silva, Paulo Perfeito, Ricardo J. Dias, Eduardo Soutullo, Javier Arias Bal, Dimitri Andrikopoulos e Pólo Vallejo. A direcção musical e artística está a cargo de Carlos Azevedo, Miguel Bernart e Pedro Guedes.

quarta-feira, março 18, 2009

Concerto de Homenagem a Luís Villas-Boas "Vozes 3"

No próximo dia 28 de Março, às 21h00, no Centro Cultural de Cascais, as cantoras Maria João, Maria Anadon e Maria Viana unem talentos para apresentar “Vozes 3”, um concerto de homenagem a Luís Villas-Boas, o impulsionador do Jazz em Portugal, falecido em Março de 1999.

Maria João, Maria Anadon e Maria Viana – três vozes distintas e que dispensam apresentações – encontram-se pela primeira vez em palco, num projecto único e pioneiro que promete uma verdadeira celebração do Jazz e surge num período de ouro e maturidade deste género musical em Portugal.A acompanhá-las estará uma secção rítmica composta por duas gerações de músicos: Júlio Resende (piano), João Farinha (piano e teclados), Carlos Barreto (contrabaixo) e Joel Silva (bateria). Do programa do concerto fazem parte temas originais e clássicos do Jazz e algumas obras de compositores americanos do século XX.

A organização do evento está a cargo da Câmara Municipal de Cascais, Blogue Jazz no País do Improviso, Hot Clube de Portugal.

A entrada é livre.

sexta-feira, março 06, 2009

Patricia Vasconcelos ao vivo

Aqui ficam as datas dos próximos concertos de Patricia Vasconcelos

- Sábado, 7 Março - Museu do arroz - Comporta
- Quarta feira, 18 Março - Vangogo Cascais
- Sexta dia, 27 Março - Hotel do Bairro Alto - Lisboa

sexta-feira, fevereiro 27, 2009

Maria João e Aki Takase

A cantora Maria João e a pianista japonesa Aki Takase partilharam o palco durante 5 anos das suas carreiras, entre o final dos anos 80 e o início dos 90. Este duo viajou um pouco por toda a Europa, e levou Maria João a trilhar novos caminhos, onde deu largas à sua criatividade e génio interpretativo. Aqui ficam dois vídeos de uma dessas apresentações. Fala-se de um reencontro entre estas duas artistas. Esperemos que seja para breve.

My Favorite Things/My Funny Valentine (1)


My Favorite Things/My Funny Valentine (2)


Mais sobre Maria João em http://www.mariajoao.org
Mais sobre Aki Takase em http://www.akitakase.com/

quarta-feira, fevereiro 18, 2009

sexta-feira, fevereiro 13, 2009

André Fernandes dá a conhecer novo disco na Culturgest

17 de Fevereiro - Concerto de apresentação de “Imaginário”

Um ano depois da gravação do seu último trabalho em estúdio, o guitarrista André Fernandes vai dar a conhecer um novo disco, “Imaginário”, num concerto marcado para Lisboa no Auditório da Culturgest, no próximo dia 17 de Fevereiro.
Depois do aclamado “Cubo”, de 2007, este novo disco mantém a forte formação anterior, composta, para além do guitarrista, por Mário Laginha no piano e Fender Rhodes, Nelson Cascais no contrabaixo e baixo eléctrico, e Alexandre Frazão na bateria, com algumas variantes.
O concerto de 17 de Fevereiro vai ser assegurado pelo quarteto “residente” (Fernandes, Laginha, Cascais e Frazão, com dois convidados: Bernardo Sassetti, piano e fender rhodes e DJRide, em turntable, sampler e efeitos, e outras surpresas que serão desvendadas no dia do espectáculo...
Com uma linguagem musical aparentemente simples, que esconde uma grande riqueza melódica e harmónica, André Fernandes afirmou-se já, apesar dos seus 33 anos, como um dos valores mais seguros da cena jazzística portuguesa. O seu percurso inclui colaborações com instrumentistas como Lee Konitz, Julien Arguelles ou Perico Sambeat. O primeiro disco em nome próprio, “O Osso”, surgiu em 2001, seguindo-se-lhe “Howler”, “Timbuktu” e “Cubo”, antes de “Imaginário”.
Mais informações em http://www.oncproducoes.com

Piano solo de Laginha em Paços de Ferreira

14 de Fevereiro - Casa da Cultura de Seroa - 21h30

Depois de 15 anos de colaboração estreita e praticamente exclusiva com a cantora Maria João, Mário Laginha editou, em 2006 e 2007, dois trabalhos em nome próprio: “Canções e fugas”, em piano solo, e “Espaço”, em trio com Bernardo Moreira e Alexandre Frazão. Este concerto em Seroa, Paços de Ferreira, mostra o perfil “solitário” do pianista e compositor. Laginha já confessou várias vezes a sua alegria em tocar integrado num colectivo, mas a sua prestação a solo, além de mostrar uma outra faceta do músico, sinaliza a sua capacidade de criar um universo sonoro completo e convincente.

“Chocolate” no OndaJazz, no Barreiro, e em Torres Novas

13 de Fevereiro - OndaJazz - Alfama, Lisboa - 23h30
15 de Fevereiro - Auditório Augusto Cabrita - Barreiro - 21h30
21 de Fevereiro - Teatro Virginia - Torres Novas - 21h30

Lançado no final de 2008, o último trabalho de Maria João e Mário Laginha, “Chocolate”, marca o regresso da dupla a um registo mais próximo do jazz, recriando standards como “I’ve grown accustomed to his face” ou “When you wish upon a star”, e temas originais escritos para o novo CD. Gravado originalmente com uma formação instrumental que inclui contrabaixo, bateria e saxofone, para além do piano de Laginha e da voz de Maria João, o concerto no OndaJazz põe à prova a capacidade do duo de construir um som convincente apenas com voz e piano. Quem os conhece sabe que o desafio será ganho... No Barreiro, o concerto conta com um desenho instrumental em quinteto, próximo do original “Chocolate”, gravado em estúdio.

quarta-feira, fevereiro 04, 2009

David Ferreira

Fui no passado dia 28 de Janeiro ao concerto de lançamento do álbum de estreia de David Ferreira, "This can't be love". O concerto aconteceu na Fábrica do Braço de Prata em Lisboa.

Fazem falta ao Jazz português novas vozes, e em particular vozes masculinas. Neste caso, e pelo que me foi dado a ouvir, estamos na presença de um projecto que tem trunfos para se afirmar, entre eles um bonito tímbre, e um conjunto de standards muito bem "arranjados". A conhecer.

Aqui fica a canção que é também o single de lançamento, "Comes Love"