quarta-feira, setembro 30, 2009

Maria João e Mário Laginha no Dia Mundial da Música

01 Outubro - Jardins do Palácio de Belém – 22h00 – ENTRADA LIVRE

No âmbito das comemorações do 5.º Aniversário do Museu da Presidência da República e assinalando igualmente o Dia Mundial da Música no Palácio de Belém,

Maria João e Mário Laginha continuam a espalhar os sons que dão corpo ao seu último trabalho, “Chocolate”, que marca o regresso da dupla , após um interregno de 3 anos, dedicado a projectos em nome nome individual. Uma óptima oportunidade para assistir a um concerto do Duo e festejar o Dia Mundial da Música em Lisboa.

Carlos Bica - Azul (Frank Mobus e Jim Black) nas comemorações do Dia Mundial da Música em Alcanena

30 Setembro - Hot Club - Lisboa - 23h00
01 de Outubro – Cine Teatro S. Pedro em Alcanena – Comemorações do Dia Mundial da Música

Entre os vários projectos que lidera e para alem das participações em outras áreas como o teatro, cinema e dança, o seu trio AZUL com Frank Möbus e Jim Black tornou-se na imagem de marca do contrabaixista e compositor, Carlos Bica.
Ao primeiro álbum "Azul" que foi considerado em unanimidade pela crítica nacional como um dos melhores álbuns de Jazz portugueses de sempre, seguiram-se os álbuns "Twist", "Look what they've done to my song" e "Believer" que receberam igualmente enormes elogios da imprensa internacional.
O trio Azul iniciou no dia 25 de Setembro uma digressão que irá percorrer várias cidades europeias. Depois destes dois concertos em território nacional, partem para a Holanda, Suíça, Alemanha e Bósnia.

terça-feira, setembro 22, 2009

Mário Laginha – 3ª Edição dos “1001 Músicos” - Lisboa

26 Setembro - Centro Cultural de Belém - 17h00
ENTRADA LIVRE

A 3.ª Edição da Festa das Escolas de Música – 1001 Músicos 2009 volta a contar com 1001 músicos e públicos de todas as idades.

Este ano a Festa tem duas novidades, uma peça de teatro e um músico “grande” – Mário Laginha, que na companhia de uma orquestra transformará em público os alunos das escolas que, pouco antes, foram os músicos no palco do CCB.

Mário Laginha com o Brass Ensemble da Metropolitana de Lisboa, sob direcção do Maestro Pedro Neves, num programa que começa com a Suite n.º 3 para metais e percussão de Christer Danielsson e segue com a Marcha Fúnebre de Edvard Grieg, com arranjo de Geoffrey Emerson, Fado da obra Até aos Ossos e Sete Facadas, composições do próprio Mário Laginha.

“Kronos” de Cristina Branco na Alemanha e em Ovar

23 de Setembro - Theaterzelt Dusseldorf – Alemanha - 20h00
25 de Setembro - Centro de Arte de Ovar - 21h30

Cristina Branco volta à Alemanha para apresentar Kronos no Festival Cultural de Dusseldorf, no dia 23 de Setembro. De regresso ao país, é logo no dia 25 de Setembro que apresenta o novo álbum no Centro de Arte de Ovar.

O seu último trabalho em disco, “Kronos”, composto por 14 temas inéditos da autoria de grandes nomes da música portuguesa – Mário Laginha, Ricardo Dias, Sérgio Godinho, Janita Salomé, José Mário Branco, Amélia Muge, Vitorino de Almeida e Carlos Bica, entre outros -, está a servir de âncora à afirmação em Portugal de uma cantora que tem em Amália Rodrigues e José Afonso duas das suas influências mais marcantes, mas que recusa catalogações fáceis.

quinta-feira, agosto 13, 2009

Quinteto Mário Franco featuring Julian Argüelles - Cascais

Cidadela de Cascais
Espaço Teatro Confluências
16 Agosto 19H30, Domingo

Quinteto Mário Franco featuring Julian Argüelles

Julian Argüelles saxofone tenor
João Paulo piano
Sérgio Pelágio guitarra eléctrica
Mário Franco contrabaixo
Alexandre Frazão bateria

"Este novo projecto em quinteto tem como ponto de partida o trabalho que desenvolvi ao longo dos anos com o pianista João Paulo e com outros dois cúmplices de longa data, o guitarrista Sérgio Pelágio e o baterista Alexandre Frazão. Tocámos juntos em diversas formações. Esse trabalho gerou uma determinada maneira de encarar a música. Importa agora desenvolver o resultado desse trabalho, dando corpo a essa sonoridade, agora com a participação do saxofonista Julian Argüelles".

O repertório é composto, na sua totalidade, por temas originais da autoria de Mário Franco.
site Mário Franco http://www.mariofranco.net/
site Julian Arguelles http://www.julianarguelles.com/
site editora Tone of a Pitch Records http://www.toapmusic.com/

Julian Argüelles soprano, tenor, baritone and contra bass saxophones; clarinet and bass clarinet; piccolo, flute and alto flute; mouth harp, saxophone percussion, prepared piano and voice.

Inner Voices is a multi-tracked recording comprising a mix of entirely improvised pieces and arranged tracks. It features studio devices to create loops as well as what Arguelles calls “saxophone percussion” – the tapping, banging and scraping parts of the saxophone or reeds to give a rhythmic texture. Though this may sound like an album not for the feint hearted, it is, as Jazzwise Magazine points out “an album teeming with emotion…. as an improviser he wears his heart on his sleeve”. Argüelles combines influences as diverse as folk, classical, world, dance and jazz, like, says the magazine “they’ve always belonged together”.

Inner Voices is a companion to Argüelles 1996 duo album Scapes (with his brother, drummer Steven Argüelles). Of that album, Jazz UK commented “Julian has pulled off the rare feat of producing something which is both completely different and equally brilliant”.

10/12/2008 Jazzwise
“A fascinating glimpse into the world of one of the most expressive jazz saxophonists this country has produced in the last quarter of a century”

10/12/2008 Jazzwise
“an album teeming with emotion…. as an improviser he wears his heart on his sleeve”

quarta-feira, julho 22, 2009

Jazz em Agosto 2009

Aqui fica a programação completa do Jazz em Agosto 2009, a ter lugar na Fundação Calouste Gulbenkian, claro, em Agosto:

01 Agosto (sáb) – AAL 21h30
GEORGE LEWIS SEQUEL (EUA, Itália, Reino Unido, Alemanha)
Duração: 90’
George Lewis – trombone, laptop; Jeff Parker – guitarra eléctrica; Siegfried Rössert – contrabaixo, voz, laptop; Miya
Masaoka – koto, laptop, electrónica; Kaffe Matthews – electrónica; DJ Mutamassik – gira-discos; Ulrich Müller – guitarra,
laptop; Guillermo E. Brown – bateria, percussão, electrónica
Estreado no New Jazz Meeting 2004, em Baden-Baden, o projecto Sequel conhece, em concerto inaugural no Jazz em Agosto 2009, a sua segunda exposição pública. George Lewis, trombonista de excepção e que também cultiva, com autoridade, a expressão electroacústica, cria um híbrido que estabelece direcções estéticas diversas. O espírito da AACM de Chicago é, aqui, visível, fundamentando-se na época em que os músicos pertencentes a esta Associação se estabeleceram na Europa (1969), fugindo ao ostracismo no seu país e estabelecendo conexões com improvisadores da primeira geração europeia.
Sequel é dedicado ao trompetista Lester Bowie, membro ilustre da AACM e do Art Ensemble of Chicago, que actuou no Jazz em Agosto 1987.

02 Agosto (dom) – A3 15h30
GEORGE LEWIS - conferência
Duração: 45’
Fundada em 1965, a AACM, Association for the Advancement of Creative Musicians de Chicago, adquiriu uma crescente reputação internacional. Seguindo o exemplo dos seus faróis Muhal Richard Abrams, Anthony Braxton, Art Ensemble of Chicago e Steve McCall, novas gerações encorparam o movimento, das quais surgiram nomes como o de George Lewis, em 1971, que foi compilando ao longo dos anos a obra “A Power Stronger than Itself/ The AACM and American Experimental Music”, editada em 2008, cobrindo com monumentalidade em 690 páginas, um universo multicultural único nas suas relações com Nova Iorque e Paris, tema da conferência a proferir.

02 Agosto (dom) – A2 18:30
ROUGH AMERICANA (Itália, EUA)
Duração: 50’
DJ Mutamassik – gira-discos, gravador magnético, efeitos; Morgan Craft – guitarra preparada
O projecto Rough Americana estabelece um oásis de abstracção num universo onde nem tudo é samplado. Os seus oficiantes descrevem-no como uma mistura de folk egípcio e de pan africanismo com transmissões de rádio e televisão, notícias, hardcore punk, militarismo, encarando seriamente um processo de desconstrução musical e criando um território sónico
radical, manifestação experimental na qual também se inscreve o activismo político de DJ Mutamassik e Morgan Craft.
Serviço de Música

02 Agosto (dom) – AAL 21h30
NUBLU ORCHESTRA condução® LAWRENCE D. “BUTCH” MORIS
(EUA, Dinamarca, Suécia, Itália)
Duração: 90’
Lawrence D. “Butch” Morris – condução®
Fabio Morgera – trompete; Jonathon Haffner – saxofone alto; Ilhan Ersahin – saxofone tenor; Ava Mendoza – guitarra; Doug
Wieselman – guitarra, clarinete baixo; Thor Madsen – guitarra; J.A. Deane – samples em tempo real, electrónica; Juini Booth
– contrabaixo; Michael Kiaer – baixo eléctrico; Kenny Wollesen – bateria
Nublu é um clube alternativo no Lower East Side de Nova Iorque, também sede de uma editora discográfica, onde se reúnem, regularmente em concerto, desde 2006, músicos residentes de origens variadas, que se submetem à visão de Butch Morris materializada no processo que inventou, a condução (Conduction®). Vocabulário de sinais e gestos que activam, constroem ou modificam, em tempo real, uma composição ou arranjo musical, a condução sobrepõe-se a estruturas sociais e culturais, afirmando-se independente de estilo e categoria, pois os seus músicos tocam apenas o que sabem tocar, mas no seu melhor plano. Butch Morris estreia no Jazz em Agosto 2009 a sua obra Conduction ® Nº 186, Nublu 12, com uma formação diferente das anteriores desta orquestra de constituição variável.

06 Agosto (qui) AAL 21h30
DAVE DOUGLAS & BRASS ECSTASY (EUA)
Duração: 90’
Dave Douglas – trompete; Vincent Chancey – trompa; Marcus Rojas – tuba; Luis Bonilla – trombone; Nasheet Waits – bateria
Estreado em 2005 no Festival of New Trumpet Music de Nova Iorque e consagrando-se no Chicago Jazz Festival 2008, este novo projecto de Dave Douglas, uma brass band, evoca o trompetista Lester Bowie na sua Brass Fantasy, grupo de referência nos anos 1980/90, bem como o actual presidente dos E.U.A, na composição Barack Obama, revelando aqui a sua
consciência política. Músico de referência no jazz actual com ilustre carreira e receptor de inúmeras distinções, Dave Douglas considera igualmente importante celebrar os predecessores do trompete jazz e explorar os legados de Otis Redding, Marta Wainwright, John Mayer, Missy Elliott e das antigas brass bands. Quatro instrumentos extensivos da voz humana por excelência, acrescidos de bateria e que, tocados por músicos exímios, traduzem um espírito de música pura.

07 Agosto (sex) – A2 18h30
PETER EVANS (EUA)
solo trompete
Duração: 50’
O mundo do jazz e da improvisação já assinalou Peter Evans (n. 1981), revelado por Evan Parker, como trompetista de excepção. Membro da comunidade musical de Nova Iorque, desde 2003, cidade para onde se deslocou depois de uma graduação em trompete clássico no Oberlin Conservatory of Music, Ohio, tal como Evan Parker, este trompetista adapta técnicas multifónicas e de sopro contínuo, ultrapassando, contudo, a similaridade, oferecendo a sua visão enciclopédica e fracturada da história do jazz com um virtuosismo em nada gratuito.
Serviço de Música

07 Agosto (sex) – AAL 21h30
BUFFALO COLLISION (EUA)
Duração: 90’
Tim Berne – saxophone alto; Ethan Iverson – piano; Hank Roberts – violoncello; Dave King – bateria
Buffalo Collision é o mais improvável super grupo, reunindo dois terços do trio The Bad Plus, Ethan Iverson e Dave King, e dois singulares e já consagrados improvisadores, Tim Berne e Hank Roberts, da cena vanguardista de Nova Iorque, desde 1980. Juntando duas gerações, o efeito de colisão do quarteto, confortável, assinale-se, é moldado no instante a partir de material improvisado, sem prévia composição. Tendo marcado o Festival de Jazz de Saalfelden 2008, Áustria, o quarteto, em supremo equilíbrio, dilata o tempo e o espaço, combinando, com sabedoria, liberdade e ordem.

08 Agosto (sáb) – A3 15h30
“ESCALATOR OVER THE HILL” (1970-71) de Steve Gebhardt (EUA)
V. O. inglês s/legendas
Com a presença do realizador
Duração: 83’
As sessões de gravação em estúdio da obra consagrada de Carla Bley e Paul Haines, “Escalator Over The Hill”, uma jazzopera, filmadas por Steve Gebhardt deram a conhecer o processo criativo de trabalho dos músicos intervenientes. Trata-se de um filme que levou 30 anos a ser concluído, estreando-se em 1999 no Festival de Cinema de Locarno. O histórico elenco das sessões com Jack Bruce, Don Cherry, Don Preston, Sheila Jordan, Charlie Haden, John McLaughlin, Jeanne Lee, Michael Mantler, Roswell Rudd, Howard Johnson, Paul Motian e LeRoy Jenkins, entre outros, confere ao documento uma extraordinária importância.

08 Agosto (sáb) – A2 18h30
FRANZISKA BAUMANN + MATTHIAS ZIEGLER (Suiça)
Duração: 50’
Franziska Baumann – voz, electrónica, SensorLab; Matthias Ziegler – flauta, flauta baixo, flauta contrabaixo
Na relação ancestral da voz e instrumentos de sopro se baseia este original tandem que integra um tratamento electrónico pouco usual e sofisticado, explorando novas possibilidades no seu campo. As metamorfoses musicais que se produzem a dois, no acto e na resposta, na criação de espaços, na catadupa de sons e formas, recriam zonas polifónicas, tensões aurais, landscapes e novos horizontes de som.
Serviço de Música

08 Agosto (sáb) – AAL 21h30
PETER EVANS QUARTET (EUA, Colômbia)
Duração: 90 minutos
Peter Evans – trompete, trompete piccolo; Ricardo Gallo – piano; Tom Blancarte – contrabaixo; Kevin Shea – bateria
Outra dimensão de Peter Evans, o trompetista revelação, na qual a sua sintonia pelo cancioneiro do jazz é mais evidente, subvertendo-o, contudo, com densas e labirínticas estruturas. A linguagem do quarteto, vital e hiperactiva, é, no entanto, reconhecível, fluxo equilibrador entre o composto e o improvisado. Jazz exploratório e irreverente de uma nova geração que começa a afirmar-se com autoridade.

09 Agosto (dom) – A3 15h30
“IMAGINE THE SOUND” (1981) de Ron Mann (Canadá)
V. O. em inglês s/legendas
Com a presença do realizador
Duração: 90’
“Imagine the Sound” (1981), de Ron Mann, articula entrevistas e actuações de Cecil Taylor, Paul Bley, Archie Shepp e Bill Dixon, figuras maiores da renovação do jazz nos anos 1960, tendo obtido o prémio de “Winner Best Documentary” no Chicago International Film Festival. Realizado quando Ron Mann tinha 23 anos e fora dos clichés do género, o filme é um poderoso documento que homologa o pensamento de uma geração de músicos hoje consagrados e que fizeram avançar
decisivamente a linguagem.

09 Agosto (dom) – A2 18h30
PROPAGATIONS (França)
Duração: 50’
Marc Baron – saxophone alto; Bertrand Denzler – saxophone tenor; Jean-Luc Guionnet – saxofone alto; Stéphane Rives –
saxofone soprano
Um quarteto de saxofones com atitude cirúrgica, renegando qualquer catarse ou paroxismo num discurso que redefine o papel do instrumento neste contexto. A nenhum músico se concede preponderância e o sopro colectivo em delicado equilíbrio tonal desenha uma sucessão de modulações. Belamente estruturada, a música deste grupo, improvisada, é profunda e insinuante no seu reducionismo.
Serviço de Música

09 Agosto (dom) – AAL 21h30
BILL DIXON with EXPLODING STAR ORCHESTRA (EUA)
Duração: 90’
Bill Dixon, Rob Mazurek – trompet/composição; John Herndon – bateria; Damon Locks – voz; Josh Abrams – contrabaixo;
Jeff Parker – guitarra eléctrica; Nicole Mitchell – flauta, voz; Jebb Bishop – trombone; Jason Adasewicz – vibraphone,
carrilhão; Matt Lux – baixo eléctrico; Matt Bauder – clarinete baixo, saxophone tenor; Mike Reeed – bateria, tímpano
Prolífero músico da cena de Chicago, mentor de vários projectos, alguns apresentados no Jazz em Agosto (Chicago Underground Quartet, Mandarin Movie), Rob Mazurek instituiu esta orquestra em 2005. Em 2006, no Festival de Jazz de Guelph, Canada, a orquestra serviu de veículo ao lendário Bill Dixon que lhe atribuiu novas dimensões. Transposta para disco em 2008, esta marcante associação, de imediato reconhecida, caleidoscópica, multidireccional e em constante
mutação, encerra condignamente o Jazz em Agosto 2009.

LOCAIS DE VENDA / BOX OFFICE
Fundação Calouste Gulbenkian – Av. de Berna, 45A, 1067-001 Lisboa
FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN (LOJA DA SEDE):
Av. de Berna, 45A - Segunda a Sábado, das 10:00 às 17:45h; aberto até às 18h30 nos dias de concertos no Auditório 2 / Monday
to Saturday, 10h00 to 17:45; open until 18h30 on concert days at Auditório 2 / Tel.: 21 782 3627
CENTRO DE ARTE MODERNA JOSÉ DE AZEREDO PERDIGÃO:
Rua Dr. Nicolau de Bettencourt - Terça a Domingo, das 10:00 às 17:45 e uma hora antes dos concertos no Anfiteatro ao Ar Livre
/ Tuesday to Sunday, 10h00 to 17h45 and one hour before the evening concerts / Tel.: 21 782 3483/3474
INTERNET: www.musica.gulbenkian.pt/jazz
Bilhetes podem ser levantados 24h depois nos locais e horários acima referidos / Tickets can be picked up 24h later at the Box
Office times and places indicated above
BILHETES / TICKETS:
Anfiteatro ao Ar Livre : 01, 02, 06 e 09 Agosto: 20,00 euros
07 e 08 Agosto: 17,50 euros
Auditório 2: 12,50 euros
Auditório 3: entrada livre / free
DESCONTOS / DISCOUNTS:
30% mais de 65 anos (trazer documento comprovativo) / over 65
30% mais de 10 bilhetes por espectáculo / for groups of 10 or more, per performance
50% jovens até aos 25 anos (trazer documento comprovativo) / youngsters under 25
Descontos não disponíveis na Internet / No discounts on-lne

sexta-feira, julho 10, 2009

Maria João e João Farinha hoje no Braço de Prata

Hoje temos mais uma oportunidade para assistir ao concerto de um recente duo da cantora Maria João com o pianista João Farinha. Na Fábrica do Braço de Prata pelas 22h30 (mais coisa menos coisa).
Este duo tem vindo a actuar junto de há uns meses a esta parte, trazendo até ao público versões de temas bem conhecidos que vão desde Chico Buarque até Bruce Springsteen, só para citar dois. Aqui fica o tema "Beatriz", ao vivo no Hot Clube.

terça-feira, julho 07, 2009

“Chocolate” chega a Vila Praia de Âncora e Caldas da Rainha

08 Julho - Feira do Livro de Vila Praia de Âncora - 22h00
15 Julho - Centro Cultural e Congressos - Caldas da Rainha, às 21h30

Em quinteto ou em duo, Maria João e Mário Laginha continuam a espalhar os sons que dão corpo ao seu último trabalho, “Chocolate”. No último capítulo de uma carreira iniciada há uma década e meia e já com mais de uma dezena de discos no activo e centenas de concertos dados em Portugal e um pouco por todo o mundo, a música da dupla permanece, depois de tantos anos, capaz de maravilhar e surpreender. Avessos a espartilhos redutores, Maria João e Mário Laginha deixam-se influenciar por múltiplas formas e fórmulas musicais, ancorados firmemente na linguagem jazzística, como acontece com “Chocolate”, mas abertos à música portuguesa, brasileira, africana...

José Afonso reinventado por Laginha e Sassetti

10 Julho - Castelo de S. Jorge - Lisboa - 22h00

A música de José Afonso “filtrada” pela criatividade de dois pianistas e compositores, Mário Laginha e Bernardo Sassetti, habitualmente conotados com o universo do Jazz, resultou no projecto “Grândolas”. Laginha e Sassetti “descobriram”, durante o processo de “desconstrução” de alguns temas de José Afonso, que estavam perante um criador excepcional, como já confessaram algumas vezes em público. “Grândolas” inclui variações sobre canções como “Traz outro amigo também”, “Era um redondo vocábulo” ou “Canto moço”, reinventando-os, dando-lhes novas roupagens e deixando espaço livre para o improviso, domínio onde Bernardo Sassetti e Mário Laginha se sentem particularmente à vontade.

sexta-feira, junho 26, 2009

Orquestra Jazz de Matosinhos toca autores portugueses

28 Junho - Teatro Municipal de S. Luís - Lisboa - 18h00

A OJM apostou desde o início na construção de um repertório próprio para big band alimentado por autores portugueses, contando já com um notável conjunto de obras escritas por compositores como Mário Laginha, Bernardo Sassetti, Pedro Moreira, Laurent Filipe, Paulo Perfeito, António Pinho Vargas, Zé Eduardo, Carlos Azevedo, Pedro Guedes, Claus Nymark, e Tomás Pimentel. O repertório foi enriquecido em 2008 com temas de dois novos autores, Andreia Pinto Correia e Carlos Guedes. No ano em que completa 10 anos de vida, a OJM estreia uma obra do pianista e compositor Telmo Marques, encomendada para este concerto da Festa do Jazz. O concerto conta como convidado com o guitarrista André Fernandes.

Mário Laginha em projecto que alia música e design

27 de Junho - Varandim da Biblioteca Florbela Espanca - Matosinhos - 21h30

Depois de “Espaço”, um projecto de Mário Laginha em que a música se deixou contaminar pela arquitectura para gerar um disco de jazz, o pianista vai agora um pouco mais longe no projecto “Cosmolodias”. Neste caso, a música de Mário Laginha é influenciada e influencia a geração de formas criadas por um designer, João Borges. Esta relação biunívoca vai gerar-se num concerto/performance ao vivo, no varandim da Biblioteca Florbela Espanca, em Matosinhos. Trata-se, portanto, da mistura de uma fórmula criativa habitualmente tida como “abstracta” e auto-suficiente, a música, com o mundo das imagens, das formas e das fórmulas associado ao design.

Maria João e Mário Laginha Quinteto apresenta “Chocolate”

26 de Junho - Cine Teatro Curvo Semedo - Montemor-o-Novo - 21h30

Maria João e Mário Laginha prosseguem, desta feita em versão Quinteto a apresentação nos palcos portugueses do seu mais recente trabalho, “Chocolate”. Este último disco inclui temas próprios e versões muito pessoais de alguns clássicos do cancioneiro jazzístico, como são os casos de “I’ve grown accustomed to his face” ou “When you wish upon a star”.

Mais próximo do jazz, “Chocolate” aparece depois de João e Laginha terem dedicado os últimos anos a projectos pessoais, com o disco “brasileiro” da cantora, intitulado “João”, e “Canções e fugas” ou “Espaço”, do pianista.

quinta-feira, maio 14, 2009

Concerto de Mário Laginha para piano e 0rquestra em estreia no Festival de Música do Algarve

15 de Maio, Centro de Congressos de Arade - Lagoa - 21h30
16 de Maio, Teatro das Figuras - Faro - 21h30
Orquestra Nacional do Porto dirigida por Christoph König, solista Mário Laginha, ao piano

O pianista e compositor Mário Laginha aceitou um desafio invulgar para um músico habitualmente conotado com o universo do jazz: escrever um concerto para piano e orquestra sinfónica. O resultado poderá ser apreciado, em estreia absoluta, nos próximos dias 15 e 16 de Maio, em Lagoa e em Faro, respectivamente, no âmbito do Festival Internacional de Música do Algarve. A execução da obra está a cargo da Orquestra Nacional do Porto, dirigida pelo maestro Christoph König, com o próprio Mário Laginha como solista.

O clássico concerto para piano está entre o reportório musical que Mário Laginha mais aprecia: “Mozart, Ravel, Beethoven, Brahms, Schumann, Prokofiev, Rachmaninoff, entre outros, escreveram concertos com uma inspiração e uma técnica orquestral que facilmente fazem alguém como eu sentir-se intimidado com a perspectiva de também tentar faze-lo”, reconhece o pianista. Mesmo assim, o músico resolveu “pôr de lado esse peso e encarar a tarefa com a mesma descontracção” com que compõe “para formações bem mais pequenas”.

Para Laginha, “a linguagem do jazz desenvolveu-se afastando-se do universo clássico. A forma como se tocam os instrumentos, o som que se tira deles, as próprias formações, tudo isso conferiu uma identidade muito própria ao jazz”. Por essa razão, reconhece, “pode parecer um contra-senso tentar reaproximar aquilo que naturalmente se separou”. Mas o músico não encara assim a questão: “O meu universo musical é forçosamente contaminado pelas características que me atraem em qualquer estilo de música. Aquilo que eu pretendo fazer é simplesmente tentar perceber o que posso utilizar, como devo utilizar e quando utilizar essas características”. O pianista admite que a tarefa a que meteu ombros “é difícil e nunca é garantido que se vá ser bem sucedido”, mas o risco não o fez desistir de experimentar. “Eu divirto-me a tentar”, conclui.

quinta-feira, maio 07, 2009

Orquestra Jazz de Matosinhos – repertório e direcção de Maria Schneider

14 Maio – Matosinhos em Jazz - Auditório da Exponor – 22h00

O concerto da Orquestra Jazz de Matosinhos (OJM) que preenche o segundo dia do festival Matosinhos em Jazz 2009, confirma uma das apostas fortes do agrupamento dirigido por Carlos Azevedo e Pedro Guedes, traduzida nos convites feitos a grandes maestros para dirigir a orquestra. Desta feita, coube à norte-americana Maria Schneider orientar o grupo de Matosinhos. Schneider é “apenas” uma das maiores maestrinas mundiais de big bands, com um currículo impressionante, recheado de prémios internacionais e de reconhecimento do público e dos seus pares. Neste concerto, a OJM toca um programa inteiramente preenchido por temas da autoria de Maria Schneider. Uma grande noite de jazz em perspectiva.

segunda-feira, maio 04, 2009

Cristina Branco - Tour “Kronos”

09 Maio – Fórum da Maia - 21h30

Bem conhecida em países como a Holanda e a França, Cristina Branco está, com “Kronos”, a desbravar um “mercado” que lhe é ainda relativamente desconhecido: o português. Possuidora de uma voz simultaneamente vigorosa e delicada, Cristina abraça o legado do fado (particularmente o de Amália Rodrigues) e ultrapassa-o, juntando-lhe influências bebidas em José Afonso e em cantautores como Sérgio Godinho, José Mário Branco ou Amélia Muge. O resultado é um modo muito próprio de interpretar canções, servidas por letras e poemas escolhidos criteriosamente.

quarta-feira, abril 29, 2009

Maria João e Mário Laginha – Tour Chocolate - Alemanha

02 Maio - Kaiserslautern – Alemanha

O último trabalho de Maria João e Mário Laginha, “Chocolate”, aqui em versão a dois: voz e piano. A dupla dá concertos com múltiplas formações, que vão desde a orquestra ou big band, passando pelo mais convencional quarteto ou quinteto, até à depuração da voz e piano. As soluções encontradas para as diferentes fórmulas garantem sempre resultados convincentes. “Chocolate” marca o reencontro dos dois músicos num projecto que se sucedeu a trabalhos em nome próprio de João e Laginha, e que dá particular ênfase a uma abordagem mais “jazzy”.

segunda-feira, abril 27, 2009

Jazz às 5ªs de Regresso à Cafetaria Quadrante - CCB

Aqui fica a programação para o mês de Maio de 2009:

7 MAIO \ AVRAM FEFER - CARLOS BARRETTO - HARRIS EISENSTADT
Avram Fefer
– saxofone tenor, clarinete baixo
Carlos Barretto – contrabaixo
Harris Eisenstadt – bateria
No primeiro encontro de Carlos Barretto com estes dois músicos americanos, o saxofonista e clarinetista Avram Fefer e o baterista Harris Eisenstadt, uma certeza se garante à partida: a de que tradição e futuro se combinarão num jazz que se pretende vivo e em plena sintonia com o presente. Todos os três são compositores com perspectivas muito próprias e improvisadores inventivos, e todos os três são instrumentistas completos. Barretto é muito mais do que um ritmista – as suas capacidades como construtor de edifícios musicais transcendem os vulgares papéis e funções do contrabaixo. Fefer é pródigo na expressão das complexidades da alma humana seja em que formato for (be bop, free jazz, trip-hop, jungle, drum 'n' bass, acid jazz, world jazz), e neste contexto não será diferente. Um estudioso das músicas de África, Eisenstadt é, por sua vez, o melhor exemplo de como o sentido de “drive” não exclui o uso do intelecto – neste particular, entende a percussão num pequeno combo como Duke Ellington “via” o piano na sua orquestra. Muito, pois, há a esperar desta estreia...

14 MAIO \ NOBUYASU FURUYA TRIO
Nobuyasu Furuya
– saxofone tenor, clarinete baixo e flauta
Hernani Faustino – contrabaixo
Gabriel Ferrandini – bateria
Japonês de nascimento, mas presentemente a viver em Lisboa depois de uma estada em Berlim, Nobuyasu Furuya veio agitar as águas da cena jazzística e improvisada portuguesa com o seu sopro ora extremamente possante (algures entre Archie Shepp e Peter Brotzmann), ora controlado com um rigor implacável (o mesmo das cerimónias de chá, das árvores bonsai e dos jardins de pedra tipicamente nipónicos), nos seus três instrumentos de eleição: o saxofone tenor, o clarinete baixo e a flauta. Começou por se dedicar à música barroca europeia, mas depressa foi conquistado pelo free jazz, que vem tocando nos mais variados contextos, de pequenas formações a “big bands”. Compôs igualmente para dança, teatro e cinema e passou pelas cenas noise e ska-core do “underground” de Tóquio. Interessou-se pela música clássica otomana, que estudou na Turquia. Por cá, teve muitos aplaudidos encontros com três dos mais internacionais praticantes da improvisação: Carlos “Zíngaro”, Ernesto Rodrigues e Rodrigo Amado, mas foi com o contrabaixista Hernâni Faustino e o baterista Gabriel Ferrandini que formou o trio que ora se apresenta. Com tais músicos na secção rítmica, conhecidos pelo impacto das suas prestações, o seu propósito é claro: mostrar que a “new thing” nascida na década de 1960 ainda não morreu.

21 MAIO \ ELLIOTT SHARP SOLO
Elliott Sharp
– Koll 8 string guitarbass
Multi-instrumentista (guitarras, saxofones, etc.) e compositor, Elliott Sharp é um dos protagonistas da cena experimental de Nova Iorque desde há cerca de 30 anos. Lançou mais de 200 discos num espectro musical que vai dos blues e do jazz ao rock “no wave” e ao techno, passando pela música para orquestra e pelo noise.
As suas composições foram interpretadas por RadioSinfonie Frankfurt, Ensemble Modern, Ensemble Rezonanz, Continuum, Flux Quartet, Kronos Quartet e Zeitkratzer, e os seus colaboradores incluíram já o cantor qawaali Nusrat Fateh Ali Khan, a lenda dos blues Hubert Sumlin, o dramaturgo Dael Orlandersmith, a violoncelista Frances-Marie Uitti, os escritores de ficção científica Jack Womak e Lucius Shepard, os gigantes do jazz Sonny Sharrock, Jack DeJohnette e Oliver Lake e o líder dos Master Musicians of Jajoukah, Bachir Attar. Lidera os projectos Carbon, Orchestra Carbon, Tectonics e Terraplane, e um dos mais recentes álbuns do músico, Sharp? Monk? Sharp! Monk!, que consiste na interpretação em guitarra acústica solo de peças de Thelonious Monk. Elliott Sharp virá interpretar temas de Monk e outras pérolas do seu mais recente disco na Clean Feed, Octal: Book One, na guitarra Koll de 8 cordas, construída de propósito para si pelo luthier Saul Koll.

28 MAIO \ NELSON CASCAIS QUINTETO “GURUKA”
André Fernandes
– guitarra
João Paulo – fender rhodes
Pedro Moreira – saxofones e flauta
Nelson Cascais – contrabaixo
Marcos Cavaleiro – bateria
Muito mais que contrabaixista, Nelson Cascais confirmou recentemente, com o lançamento de Guruka (o terceiro álbum como líder), que é também um compositor com uma visão própria e consistente da música que pratica. Músico incontornável da cena nacional, a ele recorrem também todos quantos precisam de um pilar sólido para os seus próprios conceitos, como André Fernandes, Carlos Martins, Abe Rabade, Perico Sambeat, Jesus Santandreu, Maria João, Mário Laginha, Benny Lackner, Pedro Moreira, Bernardo Sassetti, e tantos outros. Foi com alguns deles que Cascais formou o projecto Guruka, e só a leitura dos nomes em questão é uma garantia de qualidade: além de Fernandes e Moreira, estão envolvidos o grande pianista que é João Paulo Esteves da Silva (neste contexto concentrado num instrumento “vintage”, o Fender Rhodes) e Marcos Cavaleiro. A música a ouvir, desta vez ao vivo, pretende equilibrar escrita e improvisação de modo orgânico, conciliando num mesmo objecto a diversidade de influências estéticas de cada uma das personalidades associadas. Mal podemos esperar...

quinta-feira, abril 02, 2009

Maria João e Mário Laginha em Sintra

Concerto Beneficência “Juntos por Bem”
11 de Abril - Centro Cultural Olga Cadaval - Sintra - 22h00

Maria João e Mário Laginha apresentam o seu novo trabalho “Chocolate” no Centro Cultural Olga Cadaval, no dia 11 de Abril, num concerto cujas receitas revertem a favor da Santa Casa da Misericórdia de Sintra.
Lançado no final de 2008, o último trabalho de Maria João e Mário Laginha “Chocolate”, marca o regresso da dupla a um registo mais próximo do jazz, recriando standards como “I’ve grown accustomed to his face” ou “When you wish upon a star”, e temas originais escritos para o novo CD. Gravado originalmente com uma formação instrumental que inclui contrabaixo, bateria e saxofone, para além do piano de Laginha e da voz de Maria João, o concerto em Sintra põe à prova a capacidade do duo de construir um som convincente apenas com voz e piano. Quem os conhece sabe que o desafio será ganho…

“Matéria-Prima” de Carlos Bica no Gaia N’Jazz

04 de Abril - Vila Nova de Gaia

“Matéria-Prima” é um dos vários projectos em que o contrabaixista Carlos Bica está envolvido, contando com músicos como o pianista João Paulo Esteves da Silva, o guitarrista Mário Delgado, o baterista João Lobo e o trompetista João Moreira.
Um dos objectivos do projecto é pôr em prática um certo modo “português” de improvisar, uma fórmula que todos os participantes nesta “Matéria-Prima” dominam perfeitamente.

quarta-feira, março 25, 2009

Projecto “Ogre” em Lisboa

27 de Março - Onda Jazz - Lisboa - 23h00

Maria João, Júlio Resende, João Farinha, Joel Silva e André Nascimento são os elementos que integram o novo projecto “Ogre”. Música de “mistura”, o “Ogre” define-se como um “gigante devorador de várias linguagens musicais”, com destaque para o jazz, a electrónica ou a pop, erguido em torno de uma voz, a de Maria João, dos pianos e teclas de Júlio Resende/João Farinha, da bateria de Joel Silva e do músico electrónico Joel Nascimento. O resultado é indefinível, avesso a lugares comuns e pleno de criatividade, numa verdadeira mescla de real e virtual.