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quinta-feira, junho 30, 2011

Ciclo "Piano, Piano"

01 e 02 Julho - São Luiz Teatro Municipal – Sala Principal – Lisboa – 21h00

Pedro Burmester – 1 de Julho
João Paulo Esteves da Silva – 2 de Julho

O ciclo "Piano, Piano" trará ao São Luiz três dos mais celebrados pianistas portugueses: a 25 e 26 de Junho foi a vez de Bernardo Sassetti, em recital com Beatriz Batarda, e traz agora Pedro Burmester e João Paulo Esteves da Silva. Três linguagens distintas que têm em comum a excelência interpretativa.

Pedro Burmester a 1 de Julho que partilhará com o público a sua paixão pelos mestres do romantismo alemão - Schumann, Schubert, Brahms e Bach - com obras para piano, piano a quatro mãos e piano e violoncelo. A fechar o ciclo, a 2 de Julho, a versatilidade e a criatividade de João Paulo Esteves da Silva que nos diz que “a preparação consiste em trabalhar com a música, todos os dias, afinar cada vez mais a escuta e procurar ter com o piano as melhores relações possíveis”. A não perder!

sábado, outubro 18, 2008

Laginha e Sassetti a solo no Jardim de Inverno do S. Luiz









23 e 24 de Outubro - Mário Laginha - 22h00
31 de Outubro e 1 de Novembro - Bernardo Sassetti - 22h00
Dois pianistas, Mário Laginha e Bernardo Sassetti, para quatro concertos únicos, a solo, no Jardim de Inverno do S. Luiz Teatro Municipal, em Lisboa. Nos dias 23 e 24 de Outubro, é a vez de Laginha. O Jardim de Inverno é um dos espaços a que Mário Laginha está ligado por fortes laços emocionais, com o qual “é difícil não criar empatia”. Habituado a vários formatos de intervenção musical, o concerto a solo no Jardim de Inverno promete ser especial, confessa o pianista: “A memória que eu tenho do concerto a solo que fiz há já algum tempo traz com ela uma carga emocional única, e num formato solitário como é o de um concerto a solo, em que o improviso depende de tantos factores, eu diria que o mais importante deles todos está salvaguardado”.
Nos dias 31 de Outubro e 1 de Novembro, é a vez de Bernardo Sassetti, igualmente a sós com o piano, uma experiência que “é sempre irrepetível”, sustenta o músico. Irrepetível porquê? Sassetti explica: “As notas nascem no momento de interpretar, quando parto embalado para o improviso. Muitas vezes não sei onde estou; por muito que tente, por me sentir embalado no improviso, não consigo encontrar o caminho (…) Fico à espera que as ideias se transformem noutras ideias”. Os resultados desta procura, ou desta aventura a solo de Bernardo Sassetti, diz-nos a experiência de muitos concertos, é sempre entusiasmante.
Dois pianistas para quatro concertos únicos e irrepetíveis.