Serralves em Festa
08 Junho – OJM - Jardins de Serralves – Porto – 13h00
08 Junho – WDR – Jardins de Serralves – Porto – 17h30
09 Junho – OJM + WDR - Jardins de Serralves – Porto – 17h30
Não é propriamente uma “big band battle”, mas algo dessas
disputas entre orquestras americanas dos anos 30 e 40 há-de sobreviver
no espírito deste encontro entre duas formações europeias.
De um lado, a big band da WDR, um ensemble com origens nas bandas
de dança da rádio alemã de Colónia e vocação para o jazz a partir do
seu estabelecimento regular, nos anos 80. Com o lema “fronteiras
musicais são desafios musicais”, os seus projectos privilegiam a
diversidade estilística, abordando todo o espectro do jazz, do
tradicional ao vanguardista, passando pelo jazz latino, a word musi, fusão e crossover, e trabalhando com compositores, arranjadores e solistas convidados.
A Orquestra Jazz de Matosinhos
é a anfitriã deste encontro e tem construído um percurso com muitos
pontos de contacto com a sua congénere alemã. Também ela se tem
apresentado como uma formação ecléctica e vocacionada para a música e
arranjos originais, trabalhando com compositores, maestros e solistas
de renome como Carla Bley, Maria Schneider, Ohad Talmor, Kurt
Rosenwinkel, Chris Cheek, Mark Turner, Joshua Redman e ainda Dee Dee
Bridgewater, Maria João, Maria Rita e Mayra Andrade, entre muitos
outros.
terça-feira, maio 28, 2013
segunda-feira, abril 22, 2013
Camané apresenta “O Melhor | 1995-2013” em Guimarães e Lisboa
30 Abril - Centro Cultural de Belém – Lisboa – 21h00
Desde 1995 que os discos de Camané se têm tornado grandes sucessos, todos eles com características próprias e bem definidas.
Se em “Do Amor e dos Dias” Camané reuniu as suas Songs of Love and Hate e nos conduziu “pela intrigante paisagem sentimental de que somos capazes, muitas vezes sem sequer nos darmos conta do caminho que estamos a percorrer” (Carlos Vaz Marques 2010), 2013 será o ano de reflexão musical, fazendo uma viagem pela sua carreira, com o lançamento de uma colectânea.
Mas como a arte de Camané é a procura constante de boas canções, de contar histórias e o que nelas está escondido, – este trabalho irá contemplar também alguns temas novos, inéditos e surpreendentes.
A apresentação deste novo disco irá ter lugar em Guimarães – no Centro Cultural Vila Flôr, em Lisboa - no Centro Cultural de Belém e no Porto - na Casa da Música, no final de Junho.
segunda-feira, abril 15, 2013
Orquestra Jazz de Matosinhos apresenta o Jazz Composers Forum
19, 20, 26 e 27 Abril - Teatro Constantino Nery – Matosinhos
19.04 – Julian Arguelles | 20.04 – Ohad Talmor
26.04 – Florian Ross | 27.04 – Guillermo Klein
A OJM programou
um ciclo de oito concertos centrados em oito importantes criadores
contemporâneos de música para orquestra de jazz, confrontando as
personalidades musicais de quatro americanos e quatro europeus.
Do lado de lá vêm os norte-americanos Steven Bernstein e Darcy James Argue, o suíço radicado nos EUA, Ohad Talmor e o argentino Guillermo Klein. Deste lado, os nomes escolhidos são Julien Argüelles (Reino Unido), Florian Ross (Alemanha), Pierre Bertrand (França) e Frank Vaganée (Bélgica).
Para além de apresentar o repertório mais significativo de cada um destes autores, em concertos monográficos, no Cine-Teatro Constantino Nery, em Matosinhos, a OJM foi mais longe e encomendou-lhes novas composições que interpretará em primeira-mão. Estas oito composições serão mais tarde reunidas e editadas em CD.
19.04 – Julian Arguelles | 20.04 – Ohad Talmor
26.04 – Florian Ross | 27.04 – Guillermo Klein
Do lado de lá vêm os norte-americanos Steven Bernstein e Darcy James Argue, o suíço radicado nos EUA, Ohad Talmor e o argentino Guillermo Klein. Deste lado, os nomes escolhidos são Julien Argüelles (Reino Unido), Florian Ross (Alemanha), Pierre Bertrand (França) e Frank Vaganée (Bélgica).
Para além de apresentar o repertório mais significativo de cada um destes autores, em concertos monográficos, no Cine-Teatro Constantino Nery, em Matosinhos, a OJM foi mais longe e encomendou-lhes novas composições que interpretará em primeira-mão. Estas oito composições serão mais tarde reunidas e editadas em CD.
segunda-feira, abril 08, 2013
Mário Laginha a solo no Porto
13 Abril - Café-Teatro - Teatro do Campo Alegre – Porto – 22h00
No âmbito do ciclo O Som das estrelas, promovido pelo Teatro do Campo Alegre, Mário Laginha apresenta um concerto a solo, com um repertório composto por temas originais do pianista, como “Berenice”, “Tanto Espaço”, “Um Choro Feliz”, entre outros
segunda-feira, abril 01, 2013
Maria João & Mário Laginha - Iridescente
6 Abril – Centro Cultural Vila Flor – Guimarães – 22h00
7 Abril - Festa do Jazz - São Luiz Teatro Municipal – Lisboa – 23h00
Maria João e Mário Laginha continuam a apresentar o seu novo disco “Iridescente”. Em Quarteto, na Gafanha da Nazaré, e em Quinteto, em Guimarães e Lisboa, na Festa do Jazz. Concertos a não perder com música novíssima e uma formação pouco comum: voz, piano, bateria e acordeão, em quarteto, a que se junta a harpa, nos concertos em quinteto.
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segunda-feira, março 25, 2013
segunda-feira, março 04, 2013
OGRE apresenta "Electrodoméstico" - CCB
8 Março 2013
21h00 Pequeno Auditório CCB
O projecto OGRE nasceu da criatividade de cinco músicos, que uniram universos sonoros distintos, construindo um todo coerente e indefinível. Maria João dá voz a este “gigante devorador de várias línguas musicais”, à qual se juntam os teclados de João Farinha, o piano de Júlio Resende, a bateria de Joel Silva e a electrónica de André Nascimento.
O quinteto surgido deste encontro promíscuo é algo de estranho e mágico, que aposta numa sonoridade invulgar, em que jazz e música electrónica (drum’n’bass, dub, electroacústica…) se combinam.
Neste espectáculo, os OGRE apresentam o álbum de estreia Electrodoméstico (JACC Records) e um repertório ecléctico, com composições originais e versões de temas jazz e pop-rock.
Maria João voz
João Farinha fender rhodes & sintetizadores
Júlio Resende piano
Joel Silva bateria
André Nascimento electrónica
http://mariajoao.org/
https://www.facebook.com/mariajoao.ogre
21h00 Pequeno Auditório CCB
O projecto OGRE nasceu da criatividade de cinco músicos, que uniram universos sonoros distintos, construindo um todo coerente e indefinível. Maria João dá voz a este “gigante devorador de várias línguas musicais”, à qual se juntam os teclados de João Farinha, o piano de Júlio Resende, a bateria de Joel Silva e a electrónica de André Nascimento.
O quinteto surgido deste encontro promíscuo é algo de estranho e mágico, que aposta numa sonoridade invulgar, em que jazz e música electrónica (drum’n’bass, dub, electroacústica…) se combinam.
Neste espectáculo, os OGRE apresentam o álbum de estreia Electrodoméstico (JACC Records) e um repertório ecléctico, com composições originais e versões de temas jazz e pop-rock.
Maria João voz
João Farinha fender rhodes & sintetizadores
Júlio Resende piano
Joel Silva bateria
André Nascimento electrónica
http://mariajoao.org/
https://www.facebook.com/mariajoao.ogre
segunda-feira, fevereiro 25, 2013
Orquestra Jazz de Matosinhos – Cine-Concerto na Casa da Música
O Naufrágio do Veronese, filme de 1913 produzido pela portuense Invicta Film e que testemunha o acidente marítimo de um navio que ocorreu ao largo do farol da Boa Nova, em Leça, dá o mote a uma série de diálogos entre música e cinema. Novas obras para big band são escritas ao jeito de bandas sonoras para filmes inspirados neste trágico acontecimento que marcou a história do cinema em Portugal. A Orquestra Jazz de Matosinhos acompanha ao vivo a projecção dos filmes.
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segunda-feira, fevereiro 18, 2013
Mário Laginha Trio no CCB
O incontornável trio composto por Mário Laginha, Bernardo Moreira e Alexandre Frazão, apresenta-se no Pequeno Auditório do CCB, num concerto que é sempre uma celebração.
“… este trio tem tido uma existência feliz. Tivemos duas encomendas consecutivas, uma para um disco de originais relacionando a música com arquitectura, e outro para fazer um reportório com música de Chopin, como comemoração dos 200 anos do seu nascimento. Em ambos os casos o trabalho de compositor e de arranjador foi um enorme e entusiasmante desafio. Mas é preciso dizer que as ideias trazidas pelo Alexandre e pelo Bernardo foram estimulantes – e fundamentais –, no decorrer de todo o processo. É essa cumplicidade e esse prazer em fazer música que queremos celebrar de cada vez que subimos a um palco. Partilhá-los com quem nos ouve é uma grande responsabilidade, mas também um privilégio.”
Mário Laginha
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segunda-feira, fevereiro 11, 2013
Indicum | Bobo Stenson Trio no CCB
Oft Am I Glad, do compositor dinamarquês Carl Nielsen, temas de Bill Evans e de George Russell, um hino norueguês, uma composição contemporânea de Ola Gjeilo, uma canção de protesto de Wolf Biermann, o tema folclórico de Ariel Ramirez «La Peregrinación»... tocados livremente, eis o reportório eclético para a construção de Indicum, último álbum do trio de Bobo Stenson, objecto deste concerto.
Stenson, Jormin e Fält tomam todas aquelas referências para a partir delas fazerem uma música orgânica e com vida própria. Stenson é desde há muito um dos maiores expoentes do jazz escandinavo, sendo artista ECM desde o início da editora. Mas há um equilíbrio de energias no trio: um assertivo piano lírico, raízes firmes e boa escolha de notas do baixo e bateria rigorosa e textural.
Bobo Stenson piano
Anders Jormin contrabaixo
Jon Fält bateria
14 Fev 2013 - 21:00
Pequeno Auditório
M/3
Preços
Plateia 14€
Laterais 11€
Stenson, Jormin e Fält tomam todas aquelas referências para a partir delas fazerem uma música orgânica e com vida própria. Stenson é desde há muito um dos maiores expoentes do jazz escandinavo, sendo artista ECM desde o início da editora. Mas há um equilíbrio de energias no trio: um assertivo piano lírico, raízes firmes e boa escolha de notas do baixo e bateria rigorosa e textural.
Bobo Stenson piano
Anders Jormin contrabaixo
Jon Fält bateria
14 Fev 2013 - 21:00
Pequeno Auditório
M/3
Preços
Plateia 14€
Laterais 11€
Maria João & Mário Laginha com a Orquestra Filarmonia das Beiras
16 Fevereiro – Multiusos Águeda – Águeda – 21h00
Direcção: Vasco Pearce de Azevedo
Encruzilhada de histórias e ritmos, cantos e contos, Maria João e Mário Laginha revisitam no próximo dia 16 de Fevereiro, na inauguração do Multiusos de Águeda, alguns dos seus maiores êxitos com a Orquestra Filarmonia das Beiras, numa parceria também já com tradição. Um continente de sons inteiro e próprio nas mãos dos intérpretes, com a voz de Maria João, o piano de Mário Laginha, que também assina todos os arranjos e todos os intérpretes da Orquestra a fazerem parte do todo. Com a respiração e o contágio do público presente a fazer de cada espectáculo um momento especial, irrepetível.
Encruzilhada de histórias e ritmos, cantos e contos, Maria João e Mário Laginha revisitam no próximo dia 16 de Fevereiro, na inauguração do Multiusos de Águeda, alguns dos seus maiores êxitos com a Orquestra Filarmonia das Beiras, numa parceria também já com tradição. Um continente de sons inteiro e próprio nas mãos dos intérpretes, com a voz de Maria João, o piano de Mário Laginha, que também assina todos os arranjos e todos os intérpretes da Orquestra a fazerem parte do todo. Com a respiração e o contágio do público presente a fazer de cada espectáculo um momento especial, irrepetível.
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segunda-feira, fevereiro 04, 2013
Mário Laginha com Helge Norbakken na Noruega
6 Fev. - Nordland teater - Mo i Rana – Noruega – 00h00
7 Fev. - Sinus – Bodø – Noruega – 20h00
8 Fev. – Arktisk Kultursenter – Hammerfest – Noruega – 00h00
9 Fev. - Kooperativet kulturscene – Vadsø – Noruega – 20h00
O percussionista norueguês Helge Norbakken, presença habitual nos discos de Maria João & Mário Laginha, apresenta o seu projecto Ouvertûre, em que uma banda que é uma espécie de “dream team” de Norbakken interpreta a sua música, criada em conjunto com Mário Laginha, que integra também a formação.
GRIP 5 no CCB
GRIP 5
8 Fevereiro 2013
Pequeno Auditório
CCB
Gonçalo Prazeres: saxofone alto
Francisco Andrade: saxofone tenor
Ricardo A. Freitas: guitarra baixo
João Lencastre: bateria
Um quarteto, dois saxofones, baixo e bateria.
A estrutura mínima para a composição de motivos angulares em contraponto,
ritmos irregulares, ou nem por isso.
Ao encontro de uma certa energia do rock e a liberdade do jazz...
Ou será a sinergia do jazz e a libertinagem do rock?
Não exactamente, talvez entre tal e uma outra coisa.
GRIP é um projecto à volta de composições de Ricardo A. Freitas, iniciado em Fev./Março de 2011. Se por um lado o trabalho de composição deve à subtileza e ponderação da “boa forma”, numa recusa de caminhos óbvios, já a prática colectiva oferece, neste grupo de trabalho, uma resposta mais directa, visceral e enérgica. É da tensão entre duas forças, aparentemente opostas mas afinal cooperantes, que nasce esta música, no espaço que estes músicos entendam transformar no da sua liberdade.
8 Fevereiro 2013
Pequeno Auditório
CCB
Gonçalo Prazeres: saxofone alto
Francisco Andrade: saxofone tenor
Ricardo A. Freitas: guitarra baixo
João Lencastre: bateria
Um quarteto, dois saxofones, baixo e bateria.
A estrutura mínima para a composição de motivos angulares em contraponto,
ritmos irregulares, ou nem por isso.
Ao encontro de uma certa energia do rock e a liberdade do jazz...
Ou será a sinergia do jazz e a libertinagem do rock?
Não exactamente, talvez entre tal e uma outra coisa.
GRIP é um projecto à volta de composições de Ricardo A. Freitas, iniciado em Fev./Março de 2011. Se por um lado o trabalho de composição deve à subtileza e ponderação da “boa forma”, numa recusa de caminhos óbvios, já a prática colectiva oferece, neste grupo de trabalho, uma resposta mais directa, visceral e enérgica. É da tensão entre duas forças, aparentemente opostas mas afinal cooperantes, que nasce esta música, no espaço que estes músicos entendam transformar no da sua liberdade.
terça-feira, novembro 13, 2012
Hamilton de Holanda convida Maria João & Mário Laginha
16 Novembro – Cinema S. Jorge – Lisboa – 22h00
Hamilton de Holanda reinventou o bandolim de 10 cordas no Brasil, recebendo duas nomeações para os Grammys em 2012. A crítica aponta-lhe a mestria e refere as pontes que construiu entre o choro e o jazz. Faz, por isso, sentido ver Hamilton de Holanda a convidar Maria João e Mário Laginha - eles próprios responsáveis por tantas fusões. Entre o jazz, as tradições portuguesas e um mundo que se estende à frente dos seus ouvidos, Maria João e Mário Laginha propõem agora um diálogo em torno de um dos tesouros da paisagem musical brasileira - o choro.
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segunda-feira, novembro 12, 2012
João Paulo no CCB
João Paulo Esteves da Silva
concerto solo
CCB, 22 Novembro 2012, 21h00, Pequeno Auditório
“Os meus concertos a solo são, maioritariamente, improvisados, o que significa, compostos e interpretados no mesmo tempo e lugar. A improvisação pode, paradoxalmente, ter origem em diferentes fontes. A maior e mais desejável é “nada”. Mas como o “nada”, às vezes, não está disponivel, o processo tem de assentar em memórias, canções, esperiências de vida, quadros e poemas, às vezes encondidos dentro do piano, como uma oração secreta.”
João Paulo
segunda-feira, outubro 15, 2012
Maria João & Mário Laginha com Novo Disco
“IRIDESCENTE” será lançado em Novembro
Quatro anos após o último trabalho em estúdio, "Chocolate", Maria João e Mário Laginha regressam com um novo trabalho inédito. Tudo nasceu, confessa a dupla, com o convite da Fundação Gulbenkian para integrar o programa Músicas do Mundo: "Surgiu-nos a ideia de compor originais e conjugar instrumentos que gostamos numa formação invulgar: voz, piano, acordeão, harpa e percussão.
Os músicos que convidámos fazem parte da nossa família musical, são, na nossa opinião, extraordinários. Com o seu talento e afecto ajudaram-nos a construir o projecto IRIDESCENTE”
Maria João - Voz
Mário Laginha – Piano
Eduardo Raon – Harpa
João Frade – Acordeão
Helge Norbakken – Bateria e Percussão
Mais informações em breve em:
http://www.mariajoao.org
http://www.mariolaginha.org
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Tord Gustavsen Quartet no CCB - Lisboa
17 Outubro 2012. 21h00
Esta é uma música que canta, simultaneamente suave e vigorosa. Canções líricas, que logo entram na memória, canções de uma atraente frescura, embora sofisticadas no seu envolvimento com a linha melódica. A música de Tord Gustavsen está em constante procura de uma beleza genuína, fresca e radicalmente despojada. A banda trabalha para explorar, integrar e servir uma trindade sagrada de intensidade emocional, elegância e respiração musical meditativa.
Foi em trio que Tord Gustavsen granjeou aprovação da crítica e do público. Desde 2008, porém, a linha de trabalho de Tord Gustavsen é mais flexível: em duo, trio ou quarteto. Em 2012, Tord gravou o seu quinto álbum em nome próprio, The Well, em quarteto (formação que presentemente privilegia), com Tore Brunborg, Mats Eilertsen e Jarle Vespestad.
http://www.ccb.pt
sexta-feira, setembro 28, 2012
Orquestra Jazz de Matosinhos no Festival Jovens Músicos
29 Setembro – Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian – Lisboa – 21h30
O jazz chegou ao Prémio Jovens Músicos em 2011, e cabe à OJM o encerramento da edição de 2012. Ao longo de três dias, o Festival Jovens Músicos estende-se por vários concertos que privilegiam as colaborações de importantes orquestras portuguesas com jovens solistas.
As composições próprias são, desde 1999, uma das principais vocações da Orquestra Jazz de Matosinhos, e são elas que preenchem todo o concerto que leva a big band ao Grande Auditório Gulbenkian a 29 de Setembro. Na primeira parte poderão ouvir-se dois temas incluídos no projecto OJM & 3 Tenores; depois de Chris Cheek, Joshua Redman e Ohad Talmor (na apresentação no Teatro Constantino Nery) e de Chris Cheek, Mark Turner e Andy Sheppard (na apresentação na Casa da Música), desta vez, os três saxofonistas tenor que dialogam com a orquestra são jovens músicos que se têm destacado no contexto do jazz nacional: o algarvio Desidério Lázaro, o portuense José Pedro Coelho e o galego Fernando Sánchez. Na segunda parte do concerto, a OJM apresenta quatro temas originais já clássicos do seu repertório, também eles assinados pelos directores musicais Pedro Guedes e Carlos Azevedo.
Todos os concertos são de entrada livre.
terça-feira, setembro 18, 2012
Aventura das Abelhas, de Maria João, abre Festival Rota das Artes
21 Setembro – Pavilhão de Exposições do Instituto Superior de Agronomia – Tapada da Ajuda – Lisboa – 21h30

No concerto inaugural do Festival Rota das Artes 2012, o projecto A Aventura das Abelhas, de Maria João, e os Lisbon Swingers, juntam-se numa homenagem a Cole Porter.
No concerto inaugural do Festival Rota das Artes 2012, o projecto A Aventura das Abelhas, de Maria João, e os Lisbon Swingers, juntam-se numa homenagem a Cole Porter.
segunda-feira, setembro 17, 2012
No Project em Vila Real
22 Setembro – Douro Jazz ‘12 - Teatro Vila Real – Vila Real – 22h00
João Paulo Esteves da Silva (piano), Nelson Cascais (contrabaixo), João Lencastre (bateria)
Um trio que se quer ver livre em várias direcções. Que luta pelo direito de, precisamente, não ter projecto. Por deixar a música surgir no momento de tocar. E ainda pela liberdade de não ficar escravo desta liberdade e poder improvisar também a partir de composições originais, ou não, de Ornette Coleman, Keith Jarrett ou outros. Ou não.
Um trio que se quer ver livre em várias direcções. Que luta pelo direito de, precisamente, não ter projecto. Por deixar a música surgir no momento de tocar. E ainda pela liberdade de não ficar escravo desta liberdade e poder improvisar também a partir de composições originais, ou não, de Ornette Coleman, Keith Jarrett ou outros. Ou não.
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