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sexta-feira, dezembro 11, 2009

O Banqueiro Anarquista na RTP

quarta-feira, dezembro 09, 2009

O Banqueiro Anarquista no Maria Matos

Estreia: 10 de Dezembro às 21h30 na sala principal do Teatro Maria Matos
Encenação - João Garcia Miguel
Texto - O Banqueiro Anarquista de Fernando Pessoa
Adaptação Dramatúrgica e outros textos - João Garcia Miguel
Interpretação - Anton Skrzypiciel, Ana Rosa Abreu, Isa Araújo, João Pedro Santos e Sara Ribeiro

De 10 a 15 de Dezembro às 21h30 na sala principal do Teatro Maria Matos

À mesa de um restaurante dois amigos debatem a situação social de um deles que diz paradoxalmente que se tornou banqueiro por que é anarquista politicamente. O absurdo da situação, a falta de teatralidade e o devaneio mental deste personagem, conduzem-nos perante um retrato de vida do qual a maior parte dos ouvintes conhece, ou por experiência própria ou por proximidade familiar. É a evolução clássica de um ponto da escala política, até ao seu oposto, no decorrer de uma vida, tão comum nos nossos políticos e porque não também em alguns dos mais conhecidos membros da nossa finança e economia.

O desenrolar da história tem muitas semelhanças e reverberações com os reality shows actuais ou os programas confessionais onde se tece a biografia pessoal em termos mais ou menos fantasiosos.

Mais Informações:
http://www.teatromariamatos.pt/catalogo/detalhes_produto.php?id=166

segunda-feira, janeiro 26, 2009

"As Criadas" em Almada

As Criadas, a mais recente criação de João Garcia Miguel, vai estar em cena em Almada, de 5 a 15 de Fevereiro. A peça, que estreou no final de 2008 no CCB, conta a história de duas criadas, e dos planos mais ou menos sórdidos que têm para com a sua "madame". As criadas são brilhantemente interpretadas pelos actores Anton Skrzypiciel e Miguel Borges, que já trabalharam juntos em "Burgher King Lear", outra criação de Garcia Miguel.

Reportagem aquando da estreia:


Ficha Técnica:
Intérpretes: Anton Skrzypiciel, Miguel Borges, João Garcia Miguel
Tradução: João Garcia Miguel
Figurinos: Ana Luena
Luz e direcção técnica: Luís Bombico
Música: Rui Lima e Sérgio Martins
Realização vídeo: Edgar Alberto
Apoio ao espaço cénico: Mantos
Edição, op. vídeo e fotos: Miguel Nicolau
Produção executiva: Marta Vieira
Registo documental: Raquel Freire
Assistente de figurinos: Catarina Felgueiras
Operação de legendagem: Nuno Correia
Residência artística: O Espaço do Tempo Convento da Saudação

Mais Informações

quinta-feira, agosto 28, 2008

Por falar em Anton Skrzypiciel...

...aqui fica o registo de alguns trabalhos em que o actor, bailarino, performer (uffff...) participou nos tempos mais recentes.

Anton Skrzypiciel é o intérprete que até hoje trabalhou mais próximo com Rui Horta. Actor, bailarino e performer de recursos inesgotáveis, trabalhou nas suas criações durante cerca de 13 anos e com ele realizou centenas de espectáculos. Tem também colaborado com Patricia Portela em várias das suas criações, nomeadamente na trilogia "Flatland", e em "Banquete". No cinema, participou em "Viúva Rica Solteira Não Fica" (2006) de José Fonseca e Costa, e em "Call Girl" (2007) de António-Pedro Vasconcelos. Em televisão, faz parte do elenco de Equador, mini-série com estreia prevista para Outubro na TVI.
A sua mais recente colaboração com João Garcia Miguel (com quem trabalhou em "Burgher King Lear"), é "As Criadas", de Jean Genet, e estará em cena no Pequeno Auditório do Centro Cultural de Belém de 13 a 20 de Setembro de 2008, pelas 21h00.

Bones and Oceans, de Rui Horta
"Um homem, um cão de metal enferrujado e uma banda magnética de som que inexoravelmente se desenrola até ao fim. Um mundo à medida de um sonho possível, um oceano de bolso, um percurso onde se esgotam as perguntas, os protestos e mesmo o significado das palavras."


SETUP, de Rui Horta
"...SETUP fala de comunicação. 'Se me disseres quem és, conto-te uma história', ou ainda 'diz-me quem és, dir-te-ei quem sou'. Em SETUP, o que se diz é irrelevante pois a comunicação passa pelo corpo. Anuir não significa comunicar e a discórdia é frequentemente um acto muito mais íntimo. O texto é o corpo. O contexto é igualmente o corpo."


Flatland, de Patricia Portela
A trilogia Flatland é um espectáculo multimédia que conta a trágica vida de um Homem Plano que um dia descobre que lhe falta uma terceira dimensão.

quarta-feira, agosto 27, 2008

As Criadas de Jean Genet, no CCB

Aqui fica a informação disponível sobre o mais recente trabalho dirigido por João Garcia Miguel: "As Criadas", de Jean Genet. Estará em cena no Pequeno Auditório do Centro Cultural de Belém de 13 a 20 de Setembro de 2008, pelas 21h00.

Direcção João Garcia Miguel
Tradução e Adaptação do texto João Garcia Miguel, a partir de Les Bonnes de Jean Genet
Interpretação Anton Skrzypiciel, Miguel Borges e João Garcia Miguel
Música Rui Lima e Sérgio Martins
Figurinos Ana Luena
Desenho de Luz e Direcção Técnica Luís Bombico
Realização Vídeo Edgar Alberto
Apoio ao Espaço Cénico Mantos
Operação Vídeo Miguel Nicolau
Produção Executiva Marta Vieira
Registo Documental Raquel Freire
Residência Artística Espaço do TempoConvento da Saudação em Montemor-o-Novo (de 21 de Julho a 17 de Agosto de 2008)

Mais informações em
http://joao-garcia-miguel.blogspot.com/
http://residenciadascriadas.blogspot.com/

Video de Apresentação:

terça-feira, julho 22, 2008

Burgher King Lear ainda reina

Já vi esta peça há uns tempos. Mas descobrí este vídeo no (indispensável) YouTube, e resolví partilhar. Anton Skrzypiciel e Miguel Borges interpretam, sob a leitura de João Garcia Miguel, uma das peças maiores de William Shakespeare: O Rei Lear. A cargo de Anton Skrzypiciel fica o papel do rei (louco?), enquanto Miguel Borges interpreta todas as restantes personagens. São cerca de duas horas imparáveis, cheias de emoções fortes. O espectáculo esteve dia 20 de Julho no Festival de Teatro Clássico de Olite (Navarra), e estará no próximo dia 2 de Agosto no Festival Shakespeare em Mataró (Barcelona).

Não conheço planos para mais apresentações em Portugal, mas caso haja, é um espectáculo a não perder.

sábado, outubro 20, 2007

FLATLAND Trilogia em Aveiro

FLATLAND Trilogia
Teatro Aveirense
Sexta, 19 de Outubro de 2007 , 21h30
Sábado, 20 de Outubro de 2007 , 21h30
Hoje já vai tarde, mas amanhã se estiver em Aveiro ou perto, não perca a Trilogia Flatland. Trata-se de uma criação de Patricia Portela, que cruza Dança, Teatro, e Multimédia, num espectáculo que promete manter o público interessado do princípio ao fim... Mas não convem revelar. O que convém é não faltar no Teatro aveirense, e ver o grande Anton Skrzypiciel em acção. Até amanhã!

Sinopse
"Flatland I (Para Cima e não para Norte)" é o primeiro de 3 episódios que contam a trágica vida de um Homem Plano que um dia descobre que lhe falta uma terceira dimensão. Nesta primeira parte, podemos seguir O Homem Plano na sua reflexão pelos mundos da bidimensionalidade e da perspectiva até descobrir que a sua existência temporária no mundo 3D é possível se existirem espectadores a olhar para ele. Contente com a descoberta mas descontente com a dependência, o homem plano inicia uma estratégia para conquistar uma imortalidade tridimensional."

Na segunda parte, O Homem Plano apresenta uma estratégia infalível para se manter eternamente no mundo 3D. Apercebendo-se da vantagem que é ter uma dimensão a mais, organiza uma excursão pelo mundo da ilusão e do terrorismo e convida-nos a participar. O homem Plano descobre que a máquina de produção da realidade é o espectáculo e através da repetição de imagens, numeros de cabaret e circo, o Homem Plano mantem o espectador atento, e consequentemente, mantem-se "real" no mundo 3D, rodeado de cameras de vigilância, espelhos retrovisores e projecções em tempo real. Por um momento, o mundo obedece mais uma vez, a uma construção paralela do próprio mundo. Teatro é terrorismo e Terrorismo transforma-se em teatro: Ambos criam ficção em tempo real! O homem plano conquista a imortalidade tridimensional através do loop. O Homem Plano percebe que andam à sua procura e que o rapto dos espectadores não poderá ser sustentado eternamente como planeado. O Homem Plano liga a rádio e a televisão. Em todos os media se fala dele. O Homem Plano percebe que para "ser e ser visto" e existir para todo o sempre no mundo "real" o melhor é mesmo ser jornalista e haverá sempre um foco e uma câmara atrás de si. A partir daqui, a história continua através da televisão.
Ficha Técnica
Texto , imagem e coordenação: Patricia Portela
Interpretação: Anton Skrzypiciel
Design sonoro: Christoph de Boeck
Apoio técnico e composição gráfica de clips Flatland I e II: Helder Cardoso
Layout e programação do livro, dvd e notícias: Irmã Lucia efeitos especiais

segunda-feira, setembro 10, 2007

Estreia: Hamlet Light

É com uma pontinha de muito orgulho que anuncio a estreia do mais recente espectáculo protagonizado pelo meu amigo, ex-colega de curso, e colega de blog, Carlos Custódio: Hamlet Light.

Finalista do concurso Jovens Artistas Jovens, promovido pelo CCB, este espectáculo tem estreia marcada para 15 de Setembro em Faro, começando depois a correr os palcos do resto do país. Aqui ficam as datas disponíveis e todos os detalhes:

- 15 Setembro (22h00)- Teatro Municipal de Faro, Faro
- 28 Setembro (21h00) - Centro Cultural de Belém, Lisboa
- 29 Setembro (21h00) - Centro Cultural de Belém, Lisboa
- 30 Setembro (18h00) - Centro Cultural de Belém, Lisboa
- 15 Novembro - Teatro Municipal da Guarda


“HAMLET LIGHT” de Vvoitek Ziemilski
É por escolhermos o cinema sobre o teatro 9 vezes em 10.
É por ficarmos sempre com esperança dessa décima vez.
É por amarmos Shakespeare.
É por não aguentarmos Shakespeare.
É porque o pai dizia: despacha-te devagar.
É por sede de ter algo no fim.
É por pura curiosidade, se dava.
É por de repente ficarmos todos convencidos que até é capaz de dar.
É por gostar da superfície.
É pela combinação de fartura e entusiasmo.
É teatro puro e duro.
É consumível.
É light. Menos calorias. Um sabor ainda melhor.

Encenação: Vvoitek Ziemilski
Realização: Patrícia Leal
Concepção Cinematográfica: Patrícia Leal e Sérgio Brás d’Almeida
Música/Sonoplastia: João Bordeira
Cenografia/ Coordenação estética: Verónica Conte
Elenco: Carlos Custódio, Eduardo Frazão, Telmo Bento e Marta Inocentes;
e também: João Bordeira, Patrícia Leal, Verónica Conte, Maria João Machado e Vvoitek Ziemilski
Assistente de encenação: Maria João Machado
Desenho de luz: Duarte Sousa
Direcção de produção: Liz Vahia
Assistentes de produção: Andrea Sozzi, Renata Catambas
Supervisão da produção: Claúdia Regina
Operador de Câmara: André Cascais

quarta-feira, novembro 15, 2006

Teatro Extremo no Institut Franco-Portugais

No dia 25 de Novembro pelas 21h30, o Teatro Extremo apresenta no Institut Franco-Portugais a sua 25ª criação, “Velho Palhaço Precisa-se”, do autor romeno Matéi Visniec, com encenação de Joseph Collard e Fernando Jorge Lopes e interpretação de Fernando Jorge Lopes, José Henrique Neto e Rui Cerveira







O enredo é simples e belo: Três velhos palhaços encontram-se numa sala para serem recebidos numa audição. A oportunidade de conseguirem um trabalho fá-los, enquanto esperam, reviver o passado com humor e sarcasmo.

Informações/Reservas:
Teatro Extremo
R.Serpa Pinto, nº 16 | Apartado 124 | 2801-801 Almada
Tel 212723660 | Fax 212723669
teatro@teatroextremo.com | www.teatroextremo.com